Olá!Refundando o tópico CÁPSULAS E BRAÇOS aqui neste novo espaço.
Como os tópicos sobre cápsulas que encontrei são muito específicos, resolvi criar um com um escopo mais amplo.
Inicialmente pensei em intitula-lo de “Cápsulas: tudo o que você sempre quis saber e tinha medo de perguntar”. Ficaria, no entanto, restrito demais. Optei então pelo título atual.
O objetivo aqui é postar dúvidas, novidades, observações, assim como a divulgação de todo o tipo de informação relevante sobre cápsulas, braços e headshells.
Algum outro sobrevivente do HT Fórum que frequentava este tópico?
Caio,
Marcando presença aqui também!!
Obrigado pelo tópico!
Abraços.
Não fui frequentador assíduo do HTFórum no pouco tempo em que por lá estive, mas a seção de cápsulas sempre foi a minha preferida no VinylEngine, em que já fui bastante ativo até poucos anos atrás. Espero poder contribuir com a equipe do novo HTAudio por aqui!
Obrigado pelo tópico!!
Sou novo na aquisição desses equipamentos de áudio.
Eu tenho um Polyvox TD5000 e por muito tempo fiquei com a agulha que veio com ele, já deveria ser um pouco velha rs… Queria trocar a cápsula e agulha e pensei em pegar uma audio technica que é a que cabe no meu bolso. Fiquei um pouco confuso com os modelos. Se puderem me ajudar… existe a atn3600 e a atn3600l seria um outro modelo, correto? qual é mais vantagem? Sabem se serviriam no Polyvox?
Essa atn3601 japonesa seria ainda outro modelo?
Não sei se esse tópico é o mais recomendado para essa dúvida ou se teria um específico para audio technica.
Desde já agradeço!
a japonesa que mencionei é essa:
Olá, Vitor.
As cápsulas AT3600, AT3600L e AT3601 (também conhecida por AT91 ou CN5625AL) são os modelos de entrada da Audio-Technica e possuem, essencialmente, a mesma cápsula magnética e agulhas com diamante cônico.
Nas agulhas ATN3600 e AT3601, o raio da ponta de diamante é de 0.6mil. A diferença entre ambos os modelos está na força de trilhagem: enquanto a agulha ATN3600 (hoje de cor vermelha) exige uma força de trilhagem menor, de 1,5g a 2,5g (com 2,0g sendo a recomendada pela AT), a AT3600L (hoje de cor branca) demanda força de trilhagem bem superior, de 2,5g até 3,5g (com 3,0g sendo a recomendada pela AT). Em geral, as AT3600L são utilizadas em toca-discos mais simples, que não têm ajuste de força de trilhagem (i.e. vêm com ajuste “padrão” de fábrica, normalmente por meio de uma mola que atua como contrapeso fixo).
Na agulha ATN3601 (ou ATN91), o raio é de 0.7mil, e a força de trilhagem é, essencialmente, a mesma da ATN3600. Em função de um raio ligeiramente maior, espera-se que a ATN3601 seja ligeiramente inferior à ATN3600 na capacidade de extrair detalhes dos sulcos, especialmente nas altas frequências.
Há também algumas diferenças sutis no volume de saída obtido com cada agulha em função do grau de magnetização dos ímãs instalados. Não me estenderei aqui nesses detalhes porque, para todos os casos, um pré-amplificador phono típico consegue “dar boa conta do recado” com todas elas.
Dado o contexto prévio, considero que, entre os três modelos, a AT3600 é a mais vantajosa para o seu Polyvox TD5000 justamente porque você consegue fazer todos os ajustes de força de trilhagem nele e consegue ter uma pequena vantagem com o diamante cônico ligeiramente menor. Se você tiver condições financeiras para tal, acho que vale muito a pena você considerar a série VM95 da Audio-Technica (sucessora da famosa AT95E), pois ela possui caminhos “oficiais” da própria Audio-Technica para upgrades futuros com agulhas melhores (elípticas e contato linear), que representam um salto significativo de desempenho perfeitamente aproveitável pelo seu Polyvox TD5000.
Além disso, também vale avaliar qual cápsula seu Polyvox TD5000 possui atualmente para avaliar se uma simples troca de agulha pode ser vantajosa nesse caso.
Vitor,
O anúncio compartilhado trata-se de uma AT3600L que foi indevidamente nomeada pelo vendedor como AT3601. Note que, no final do anúncio, o próprio vendedor comenta que a agulha instalada na cápsula é a ATN3600L.
As AT3601 / AT91 / CN5625AL normalmente têm agulha com plástico de cor amarela.
Abraço,
Antonio
AT3600 não é AT91. Podem ter inúmeras coincidências mas não são a mesma coisa. Basta ver o preço. Há diversas outras semelhantes. mas nenhuma com a relação custo-benefício da AT-91
Da AT3600l … a mais em conta
Muito obrigado @Antonio Vieira procurei no ML cápsulas da audio technica com a agulha at3600 mas não achei. Vou acabar ficando com a AT3600l.
Uma lista muito útil. Eu mesmo mandei recentemente reparar a minha cápsula na Ana Might - cujo site vale a visita.
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Worldwide List of Phono Cartridge Retippers and Rebuilders
02-08-2019, 02:08 PM
This is a follow-up to Bill’s post seen here: https://www.audionirvana.org/forum/t…der-cartridges
View it as a running list, feel free to add to it. there are a few guys in Russia (Roman & Dimitri) and another guy in Hungary that are not on the list because they have no web presence, don’t advertise their services, etc. When I get the green light i’ll post their contact info here.
Expert Stylus Repair (Wyndham Hodgson) are UK based and offer complete rebuilds. Contrary to what ive read the lead times aren’t too lengthy, I don’t think I’ve waited more than 45-60 days from mailing my cart to the UK and having it back in the US of A. These are the guys to send your Linn Troika to, classic Supex (Koetsu) and literally anything other cart retippers/rebuilders wont touch. No web presence, email only: [email protected]
Northwest Analogue are UK based and offer extensive rebuild services including rewinding coils, etc. I have not used them but heard one of their rebuilt Koetsus and it was excellent, the craftsmanship looked top-notch too.
https://www.northwestanalogue.com/cartridge-repairs.html
Andy Kim aka The Needle Clinic. Andy has repaired a Koetsu Rosewood (missing cantilever) and Linn Karma for me. Turnaround was quick and the price fair, both carts went on to new owners and are still running strong.
http://www.phonocartridgeretipping.com/index.html
Holistic is in the Netherlands and has a great rep, I don’t have direct experience but another collector-friend I know has two carts done by them and loves the result.
http://holisticaudio.nl/services.html
Peter Ledermann, best known and recommended retipper in the US. Peter is a fountain of knowledge on all things audio, id love to someday visit his lab and soak it all in.
https://www.sound-smith.com/services/cartridge-rebuilding-retipping
Steve Leung of VAS NOVA fame. see Bill Harts other post and review at The Vinyl Press
https://vasnyinc.com/repair-service/
Garrott Bros. are Australian based and also mfr MC carts. They’re well known for modifying DECCA carts back in the day. I owned one of their modded carts but not used their rebuild/retip service
https://garrottbrothers.com/repairs-retipping
Ken Kessler on Garrott: https://www.kenkessler.com/hi-fi/gar…cca-cartridge/
AJ Van den Hul - his reputation precedes him, one of the best retippers. ive owned a retiped Koetsu, VdH and Benz carts that AJ did and they all performed as expected.
https://www.vandenhul.com/product/cartridge-repair-modification-re-tipping-available-services/
Goldring is UK based and a well known mfr of MC and MM carts. They also repair/retip other makes.
https://www.goldring.co.uk/goldring-cartridge-repair-refurbishment
Ana Mighty is based in France and offer repair and retipping services.
http://anamightysound.com/cat/cartridge-retipping/
Len Gregory aka The Cartridgeman is in the UK, they have their own bespoke line of carts and offer retipping rservies.
http://www.thecartridgeman.com/
John Wright aka J. Wright Audio Services, UK based DECCA cartridge guru. Perhaps the first place to look to rebuild your DECCA
http://www.london-cartridges.co.uk/
Roberto Torlai is in Italy and a cartridge builder as well as re-builder, I never used him but his reputation is well established.
AudioSilente this co was brought to my attention, also based in Italy.
http://www.audiosilente.com/riparazi…a-testine.html
JFS Tonabnehmer German based retipper, known for B&O carts but they work on all brands.
https://www.tonabnehmerservice.de
Axel Schürholz (now retired)
West-tech are a US based rebuilders of vintage American carts.
http://www.west-techservices.com/p1.htm
Jilco and Namiki are among a few suppliers of styli and cartridge components in Japan and aren’t retippers per se, however I have a cart that was purportedly retipped by Namiki. Japanese cos. tend to be mercurial and not easy to establish a relationship with. even my ex who was fluent in Japanese got the brush off when she made inquiries on my behalf.
[QUOTE username=vitor_pesce userid=7354399 postid=1312770058]Muito obrigado @Antonio Vieira procurei no ML cápsulas da audio technica com a agulha at3600 mas não achei. Vou acabar ficando com a AT3600l. [/QUOTE]
Oi, Vitor. A AT3600 “original” realmente é mais complicada de se achar aqui no Brasil do que a AT3600L, que é quase onipresente em toca-discos de entrada “novos”.
Você chegou a avaliar se a AT3600L é mais vantajosa do que uma simples troca de agulha de sua cápsula atual? Dependendo da cápsula que você tem em seu Polyvox TD5000, você pode até obter desempenho superior ao da AT3600L sem gastar muito mais do que uma AT3600L. Qual sua cápsula atual?
Tenho aqui uma Shure V15 type IV, uma Technics U25, uma Leson LM 180c, uma Ortodon 2m Red e, recentemente, adquiri a at3600 no Aliexpress para colocar no TD mais utilizado pelas crianças e esposa (que geralmente não tem o devido cuidado no manuseio).
A 3600 é muito baratinha, custando cerca de 10 dólares, mas, ao mesmo tempo que não se pode esperar muuuita coisa dela, não deixa de ser um ótimo custo benefício.
Comparei com a cápsula que equipa de fabrica o Pioneer PLX-500 de um amigo e constatei que se trata da mesma cápsula, sendo também a mesma que equipa o Rega P1. Inclusive o cantilever de carbono.
O custo benefício dela é imbatível, entregando som surpreendentemente agradável e equilibrado para o pouco que custa. Comparando com as minhas outras cápsulas, no entanto, é a que entrega menos detalhes, mesmo comparando-a apenas com a Leson e com a Technics, que também usam agulhas cônicas.
Concluindo, vale a pena tê-la como backup, para ouvir lps mais surrados, para um segundo set despretensioso,ou mesmo para “passar uma chuva” enquanto espera a oportunidade para aquisição de uma melhor.
Sempre a capsula está relacionada com as midias que se pretende escutar . Para LPs e setups do século passado 3600l cai como uma luva . Se for para escutar as midias deste século , em suya maior parte com características digitais de detalhamento, dinâmica , palco e precisão não se presta. E no fundo para estes casdos se recomenda as atuais masterizações em digital - que são utilizadas nos relançamentos de vinil também - em mídias digitais , especialmente blue ray e SACD. Vinil não se recomenda a quem acompanha a evolução tecnológica .
Concordo plenamente. Acrescentando somente que o mesmo pode valer para álbuns (maioria?) gravados ainda nos anos 90. Mas sem dúvida a coisa se intensificou nas últimas décadas. O problema é que estas gravações nem sempre são boas. Outro dia estava ouvindo um álbum de do Radiohead de 2011 e fiquei impressionado como o som da voz e dos instrumentos do grupo soavam feios, sem vida e abafados. Não é a primeira vez que isso acontece. Nossos últimos anos a tecnologia digital tem adotado opções de estúdio que colocam a experiência sonora do ralo.
[QUOTE username=Caio (Audio Slave) userid=7347984 postid=1312798486]
Concordo plenamente. Acrescentando somente que o mesmo pode valer para álbuns (maioria?) gravados ainda nos anos 90. Mas sem dúvida a coisa se intensificou nas últimas décadas. O problema é que estas gravações nem sempre são boas. Outro dia estava ouvindo um álbum de do Radiohead de 2011 e fiquei impressionado como o som da voz e dos instrumentos do grupo soavam feios, sem vida e abafados. Não é a primeira vez que isso acontece. Nossos últimos anos a tecnologia digital tem adotado opções de estúdio que colocam a experiência sonora do ralo.
[/QUOTE]
Seria muita técnica pra pouca emoção?
[QUOTE username=ricsantos userid=7347016 postid=1312802536]
Seria muita técnica pra pouca emoção?[/QUOTE]
Talvez algo pior, na minha opinião é um estilo que vem se firmando. Acreditei que fosse um fenômeno próprio de bandas mais populares ou comerciais, mas quando ouvi o disco de Flying Lotus - talvez a música mais inclassificável de atualidade - verifiquei que o mesmo ocorria: instrumentação morta, sem dinâmica ou vida, com médios feios somado a um certo abafamento, o que tem sido uma característica própria dessas gravações digitais.
[QUOTE username=Antonio Vieira antonio.vieira88 userid=7349119 postid=1312770645]
Oi, Vitor. A AT3600 “original” realmente é mais complicada de se achar aqui no Brasil do que a AT3600L, que é quase onipresente em toca-discos de entrada “novos”.
Você chegou a avaliar se a AT3600L é mais vantajosa do que uma simples troca de agulha de sua cápsula atual? Dependendo da cápsula que você tem em seu Polyvox TD5000, você pode até obter desempenho superior ao da AT3600L sem gastar muito mais do que uma AT3600L. Qual sua cápsula atual?[/QUOTE]
Olá @Antonio Vieira!
Como não estou em São Paulo onde se encontra o meu TD5000, não vou conseguir te responder, por incrível que pareça (rs), qual o modelo da capsula, mas creio que seja a original do modelo do TD5000 polyvox (se não me engano está escrito polyvox nela). Quando chegar em sp irei tirar uma foto dela e colocar aqui. Como a agulha para a capsula da polyvox está o mesmo preço que a capsula 3600l, fiquei na dúvida qual valeria mais a pena.
Oi, @vitor_pesce.
Você consegue avaliar pelas fotos desta página do Audiorama se a sua cápsula é a mostrada lá com base numa reportagem da antiga revista SomTrês?