Aproveito para recomendar que desabilitem a função de normalização de volume, que vem ativada por padrão.
É uma função que nivela o nível das músicas executadas, só que achata brutalmente a dinâmica das músicas, sobretudo aquelas que possuem sinal naturalmente mais alto.
Cuidado com o nível de volume do aplicativo, evitem usar no volume máximo, é um exagero que pode muito bem causar saturação de sinal. Tanto é que por padrão ele vem ajustado em 50%.
Eu uso no máximo em 60%, por causa de algumas músicas que têm sinal baixo demais.
Bela dica do amigo sobre a desativação da normalização do volume, que reduz a dinâmica, deixando o som comprimido (como nas transmissões de FM)!!
[QUOTE username=Redcruz userid=7351093 postid=1312767107]Aqui com TIDAL HIFI, via PC.
Aproveito para recomendar que desabilitem a função de normalização de volume, que vem ativada por padrão.
É uma função que nivela o nível das músicas executadas, só que achata brutalmente a dinâmica das músicas, sobretudo aquelas que possuem sinal naturalmente mais alto.
Aqui uso Tidal com um Bluesound Node 2 ligado ao Marantz PM8005. Ainda não tem a interface e oferta de músicas do Spotify, mas para qualidade de CD e MQA, é o melhor.
Andei percebendo isso, que apesar da qualidade de audio do tidal ser superior, o spotify ainda se sobressai por ser “universal” em diversas plataformas.
Cuidado com o nível de volume do aplicativo, evitem usar no volume máximo, é um exagero que pode muito bem causar saturação de sinal. Tanto é que por padrão ele vem ajustado em 50%.
Eu uso no máximo em 60%, por causa de algumas músicas que têm sinal baixo demais.[/QUOTE]
Essa parte eu só concordo pra quem usa alguma saída analógica do streamer, pois para saídas digitais o sinal integral é em 100% do volume. Se vc definir “saída fica” e não variável em alguns streamers como o Bluesound Node 2, o volume fica travado em 100%.
Essa parte eu só concordo pra quem usa alguma saída analógica do streamer, pois para saídas digitais o sinal integral é em 100% do volume. Se vc definir “saída fica” e não variável em alguns streamers como o Bluesound Node 2, o volume fica travado em 100%.[/QUOTE]
Para aparelhos que possuem TIDAL embarcado, não saberia dizer… Acho que o TIDAL não tem controle de volume, o controle é o do próprio aparelho.
Mas nos players para PC, o volume em 100% é exagerado.
Eu também apostei no Tidal como fonte de música, vou dizer que já me bati muito para chegar em um acerto que realmente não me fizesse mudar de disco no meio da audição. Já tive aqui player de streamer do nível do Aurender, Marantz ND 8006 e o NA 7004, mas hoje uso um Mac Mini (muito por conta do Audirvana e das minhas ISO DSD). A quantidade de DACs foi muito grande desde IFI audio, DAC II, Luxman DA150, Psaudio Nuwave DSD, DirectStream DAC, Wadia 121, M2tech Young (um dos que mais gostei, principalmente com a fonte Palmer), Mytek DSD (dos que lembro) e hoje o Denafrips Pontus. Fora os cabos coaxial, USB, I2S, AES/EBU e Ethernet , que hoje fechei em um HDMI Audioquest Chocolate, um Ethernet de entrada da Audioquest (CAT6) e um USB Acoustic Revive (isoladamente acho o Curious melhor).
Penso que ainda é uma boa grana, mas se pensar que após esse investimento o custo é apenas da assinatura mensal, acho que vale muito a pena.
É claro que muita coisa também contribuiu para o resultado, como colocar uma LPS com USB de 5v para substituir a fonte do Singxer e ligar a parte de energia do USB Acoustit Revive (aqui ajudou muito em tornar o som mais natural). No Mac Mini instalei o OS El Capitan para ter acesso ao Direct Mode do Audirvana, tentei mas não consegui deixar o OS em um Cartão de Memória, está rodando em SSD mesmo e, também ainda não troquei a fonte do Mac Mini para uma Linear, que falam ajudar muito. Vou dizer que consigo hoje escutar vários discos inteiros, independente da qualidade da gravação, não posso compara com o meu Linn Unidisk, mas que está batendo muitos dos CD players de qualidade que já tive aqui isto está.
Uso o Tidal em FLAC mesmo, o streamer é um Raspberry PI 3 com adição da daughterboard HiFi Berry Digi Plus Pro pra mandar a saída em S/PDIF pro DAC (Electro ECD-1). Outro dia testei aqui um DAC algumas vezes mais caro que o meu e que decodifica MQA (a pedido do dono, não vou dizer o modelo). Ambos preferimos em FLAC do que em MQA… (nesse baita DAC). Ficamos muito cabreiros com esse MQA, fui dar uma pesquisada e tem vários artigos criticando. Enfim, como o meu DAC não decodifica MQA mesmo, nem vou me preocupar com isso.
Uso Volumio no Raspberry e deixo o volume sem gerenciamento (já que sai em digital do RPI-3, pois nesse caso não se processa nada - só decodifica e vai).
Acho bom pacas - perde quase nada pras versões das mesmas músicas em CD, quando a gravação é boa.
E é impressionantemente brutal a diferença para MP3 (Tidal manda em 320kbps).
Minha Versão do TIDAL também é HIFI/MASTER, mas só uso a qualidade HiFi e muito raramente a qualidade MASTER quando o TIDAL resolve sumir com as compilações em formato original.
Já comparei os arquivos MASTER com os HIFI e na grande maioria das vezes o HIFI se mostrou melhor, sobretudo em dinâmica. Isso foi até ano passado, não sei se de lá para cá mudou alguma coisa.
Se atualmente a versão MASTER ficou melhor, precisa saber o que eles fizeram com o arquivo antes de transformar em MQA!!!
Só agora vi que fizeram este clube. Usando o TIDAL Hifi/Master com o Dragonlfly RED que roda MQA.
No momento estou concentrando em comprar um integrado, mas futuramente (torcendo para que quando tenha um dinheiro, nosso real esteja melhorzinho das pernas) quero fazer um upgrade para um DAC que não seja portátil. Vi em outros tópicos do cecelo as marcas chinesas Topping e SMSL com boas opções de DAC's que codificam MQA
[QUOTE username=Renato Nickel userid=7347447 postid=1312837363] No Mac Mini instalei o OS El Capitan para ter acesso ao Direct Mode do Audirvana, tentei mas não consegui deixar o OS em um Cartão de Memória, está rodando em SSD mesmo e, também ainda não troquei a fonte do Mac Mini para uma Linear, que falam ajudar muito. Vou dizer que consigo hoje escutar vários discos inteiros, independente da qualidade da gravação, não posso compara com o meu Linn Unidisk, mas que está batendo muitos dos CD players de qualidade que já tive aqui isto está.
Renato [/QUOTE]
Olá Renato, tudo bem?
Sobre o Sistema Operacional para acessar o modo Direct do Audirvana, você acha que valeu a pena instalar essa versão do S.O? Notou de fato diferenças na reprodução ao usar Diretc Mode?
Tenho Macmini e está com o último sistema operacional e portanto parece que tem que fazer uma mão de obra grande para conseguir acessar no modo Direct com esse sistema.
[QUOTE username=Carlos Camardella userid=7351566 postid=1312838396]Uso o Tidal em FLAC mesmo, o streamer é um Raspberry PI 3 com adição da daughterboard HiFi Berry Digi Plus Pro pra mandar a saída em S/PDIF pro DAC (Electro ECD-1). Outro dia testei aqui um DAC algumas vezes mais caro que o meu e que decodifica MQA (a pedido do dono, não vou dizer o modelo). Ambos preferimos em FLAC do que em MQA… (nesse baita DAC). Ficamos muito cabreiros com esse MQA, fui dar uma pesquisada e tem vários artigos criticando. Enfim, como o meu DAC não decodifica MQA mesmo, nem vou me preocupar com isso.
Uso Volumio no Raspberry e deixo o volume sem gerenciamento (já que sai em digital do RPI-3, pois nesse caso não se processa nada - só decodifica e vai).
Acho bom pacas - perde quase nada pras versões das mesmas músicas em CD, quando a gravação é boa.
E é impressionantemente brutal a diferença para MP3 (Tidal manda em 320kbps).
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Eu uso o Tidal aqui tb com um CXN. Tb acho a qualidade muito boa, ainda mais depois que liguei pelas XLRs no meu Electro aqui? mas eu fiquei bem curioso qto ao MQA e ainda não ouvi pq não tenho DAC compativel. Como foi o teste que vcs fizeram e quais as críticas ao MQA?
Caso tenha se referido ao quesito qualidade de som, então seria objetivamente ao contrário: “… e ainda menos em CD”. Vinil é limitado inclusive na implementação das frequências para ser fabricado.