REGRAS ÁUREAS DO ANALÓGICO

Boa noite,

Dentre muitas condutas que devemos dar a devida atenção é sempre lavarmos os nossos vinis sejam novos ou usados antes de apreciar a nossa peça de vinil em nossas audições que são verdadeiros deleites!

Preferencialmente com máquina de sucção (e)ou ultrassom - utilizando solução enzimática (primeira assepsia), solução usual(triton+água destilada+álcool isopropílico) (segunda assepsia) e solução de assepsia dos resíduo químico(água destilada+triton)

(…)

Nelson, se me permite, tenho algum material salvo do tópico original. Segue:

Por Nelson

Quanto a posição: sempre na vertical;
Quanto ao ambiente: seco se possível (baixa umidade) controlar temperatura - utilizar anti-mofo e anti-fungos;
Quanto a quantidade: até cinquenta(50) no máximo.

Quanto a embalagem interna: Plástico anti-estático (exemplo:MFSL Original Master Record Sleeves).

P. S: Nunca papel, pois é áspero! Em seu contato com o disco, sua aspereza muitas das vezes, acaba lixando a superfície do vinil e a conseqüência é um fosqueamento onde outrora era polido! É muito comum o fosqueamento ocorrer nas bordas e em outras áreas de forma dispersa. Isto ocorre, o atrito, toda vez que se retira o disco do papel. A conseqüência é incômodos ruídos que lembra uma fritura!

Vista seu vinil, no plástico anti-estático, e, coloque-o em sua capa com sua abertura para cima.

Quanto a embalagem externa: Plástico com fechamento na borda superior (evita assim entrada de poeira).

------------------------------

Por Antunes

Nelson, só lembrando que a NAGAOKA, IGREEN, TICK, SILVER LAB-IN produzem plásticos de excepcional qualidade assim como os da MOFI:aplauso:.
Os melhores que eu já vi são da NAGAOKA, mas os da MOFI, são mais acessiveís e mais faceís de serem comprados:aplauso:.
Nelson uma boa escovinha anti-estática, também é uma regra obrigatória no “mundo analógico”:aplauso:.

------------------------------

Post muito oportuno que define muito bem este incomodo - Rumble e o Hum. Por almeidabatista

Rumble se refere sempre a ações mecânicas, oriundas de realimentação acústica ou por vibrações geradas no próprio sistema de tração ou movimentação do prato, braço, suspensão etc…

Hum ou humming vem da indução por campos magnéticos, em geral difícil de detectar a origem ou causa.
Rumble é medido em dB (decibéis) e é sempre referido como “menor que” tantos decibéis.
Hum, pelo que eu saiba, não tem uma especificação, a não ser a do sinal/ruído da entrada fono dos prés de fono ou receiver/integrado. A partir daí, tudo colabora para piorar a tal relação sinal/ruído, seja pela indução no cabeamento do TD, seja nos cabos de conexão, seja na qualidade da energia elétrica.

Tudo fica ainda pior quando a cápsula é do tipo MC, ou seja, Moving Coil, que por ter saída baixíssima, necessita de etapas mais potentes de pré-amplificação, possibilitando o aumento do humming.
Esqueci alguma coisa?


O nosso colega arremata de forma extremamente hábil, analisando com muita propriedade a questão levantada! Por almeidabatista

A teoria não se sustenta sem a prática!

Sabendo a origem de cada problema, os interessados (qualquer um de nós) podem dedicar-se com objetividade na busca da solução, evitando perder tempo, esforço e dinheiro.

Acredito que se no seu caso o acréscimo de peso pela colocação do adaptador alterou a frequência de ressonância do conjunto do tocadiscos ou de uma parte dele e resolveu o problema, o que não é um bom sinal!

Daí que me restam três hipóteses mais prováveis:

1 - suas caixas acústicas estão posicionadas desfavoravelmente em relação ao tocadiscos;
2 - você está exagerando no volume (para o tamanho do ambiente);
3 - o seu tocadiscos está com algum problema sério, caso as duas hipóteses anteriores não sejam verdadeiras.

------------------------------

Abaixo, por MSAdilson

Boa tarde.

Tentarei discorer um pouco mais sobre o problema do hummm, que conforme ja foi postado aqui, é um problema de “interferência eletromagnética” para os leitores mais velhos como eu ou “compatibilidade eletromagnética” que é a expressão usada atualmente.

Prefiro usar o termo interferência pois fica mais facil o entendimento para os não especialistas.

A interferência que causa o hummm pode ser gerada basicamente em três situações:

1- fora de sua casa;
2- dentro de casa e
3- no equipamento ou cascata de equipamentos que voce utiliza.

No caso 1 a solução é usar um condicionador de energia eletrica exclusivo para seu som, não vejo outra maneira. Não é uma solução baratinha, não é estabilizador nem nobreak.

No caso 2 pode ocorrer 2 coisas: um outro equipamento ligado simultaneamente que gere interferência ou instalação eletrica fora de norma, fato comum em edificios de apartamentos. Um computador pessoal desk-top seja ele seu ou do vizinho de ap, gera harmônicos para a rede elétrica que seu set captará tanto mais, quanto mais alta a qualidade do seu TD (ou pré…). A solução mais facil ainda, é o uso de um condicionador do que acionar o condominio.

Caso 3, se voce for do ramo procure o defeito e isole-o. Se não for do ramo peça ajuda aqui no forum antes de levar sua preciosidade ao técnico da esquina. Acho que este é um dos objetivos do HT.

Tem muita gente boa neste forum aos quais me:aplauso:

Adilson


Abaixo por almeidabatista

Esquecemos dos cabos!

Cabos também contribuem para o hum. Ontem mesmo notei um aumento no hum após ter feito, no sábado, uma alteração que incluiu a retirada de um pré e troca de cabos. Voltei o cabo antigo e pronto: hum sob controle.

Cabos para TD são pouco comentados aqui no HTF, tenho lido muito e ainda não vi recomendação de cabos para TD, já que eles podem pesar no resultado do hum (blindagem malfeita ou mal aplicada).

------------------------------

Abaixo por phcassa

Onde existe corrente alternada existe a possibilidade da ocorrência do humm pelo fenomeno da indução magnética. Senhores isso pode ser resolvido pelo reposicionamendo dos equipamentos ou por blindagem. Transformadores são fontes bastante prováveis desse ruído. Experimentem deslocar e mudar de lugar seus equipamentos.

Abraços.


Abaixo por almeidabatista

E o cabo problemático era justo um que merecia toda a sua confiança.

Uma falha de fixação do conector interrompia - pelo que entendi - o “shield”(blindagem) e deixava o cabo exposto a campos magnéticos.
Um belo testemunho que serve de exemplo para muitos de nós; vou agora mesmo ver se o cabo que retirei do sistema e que causava “hum” não está também com afrouxamento nas fixações.

Mais esta: quando usamos vários aparelhos - TD, step-up, prés etc. -, a possibilidade de falhas cresce muito, além da simples soma (o

[QUOTE username=Altanir userid=7347589 postid=1317584151]Nelson, se me permite, tenho algum material salvo do tópico original. Segue:

Por Nelson

Quanto a posição: sempre na vertical;
Quanto ao ambiente: seco se possível (baixa umidade) controlar temperatura - utilizar anti-mofo e anti-fungos;
Quanto a quantidade: até cinquenta(50) no máximo.

Quanto a embalagem interna: Plástico anti-estático (exemplo:MFSL Original Master Record Sleeves).

P. S: Nunca papel, pois é áspero! Em seu contato com o disco, sua aspereza muitas das vezes, acaba lixando a superfície do vinil e a conseqüência é um fosqueamento onde outrora era polido! É muito comum o fosqueamento ocorrer nas bordas e em outras áreas de forma dispersa. Isto ocorre, o atrito, toda vez que se retira o disco do papel. A conseqüência é incômodos ruídos que lembra uma fritura!

Vista seu vinil, no plástico anti-estático, e, coloque-o em sua capa com sua abertura para cima.

Quanto a embalagem externa: Plástico com fechamento na borda superior (evita assim entrada de poeira).

------------------------------

Por Antunes

Nelson, só lembrando que a NAGAOKA, IGREEN, TICK, SILVER LAB-IN produzem plásticos de excepcional qualidade assim como os da MOFI:aplauso:.
Os melhores que eu já vi são da NAGAOKA, mas os da MOFI, são mais acessiveís e mais faceís de serem comprados:aplauso:.
Nelson uma boa escovinha anti-estática, também é uma regra obrigatória no “mundo analógico”:aplauso:.

------------------------------

Post muito oportuno que define muito bem este incomodo - Rumble e o Hum. Por almeidabatista

Rumble se refere sempre a ações mecânicas, oriundas de realimentação acústica ou por vibrações geradas no próprio sistema de tração ou movimentação do prato, braço, suspensão etc…

Hum ou humming vem da indução por campos magnéticos, em geral difícil de detectar a origem ou causa.
Rumble é medido em dB (decibéis) e é sempre referido como “menor que” tantos decibéis.
Hum, pelo que eu saiba, não tem uma especificação, a não ser a do sinal/ruído da entrada fono dos prés de fono ou receiver/integrado. A partir daí, tudo colabora para piorar a tal relação sinal/ruído, seja pela indução no cabeamento do TD, seja nos cabos de conexão, seja na qualidade da energia elétrica.

Tudo fica ainda pior quando a cápsula é do tipo MC, ou seja, Moving Coil, que por ter saída baixíssima, necessita de etapas mais potentes de pré-amplificação, possibilitando o aumento do humming.
Esqueci alguma coisa?


O nosso colega arremata de forma extremamente hábil, analisando com muita propriedade a questão levantada! Por almeidabatista

A teoria não se sustenta sem a prática!

Sabendo a origem de cada problema, os interessados (qualquer um de nós) podem dedicar-se com objetividade na busca da solução, evitando perder tempo, esforço e dinheiro.

Acredito que se no seu caso o acréscimo de peso pela colocação do adaptador alterou a frequência de ressonância do conjunto do tocadiscos ou de uma parte dele e resolveu o problema, o que não é um bom sinal!

Daí que me restam três hipóteses mais prováveis:

1 - suas caixas acústicas estão posicionadas desfavoravelmente em relação ao tocadiscos;
2 - você está exagerando no volume (para o tamanho do ambiente);
3 - o seu tocadiscos está com algum problema sério, caso as duas hipóteses anteriores não sejam verdadeiras.

[/QUOTE]

Excelente✌

Estática  ===> Atenção!

Há anos atrás, 2.006, muito já se falava a respeito de estática! Observava uma atenção, de todos, a respeito do assunto, e, não conseguia mensurar o “inconveniente” - deduzo que provavelmente muitos padeceram - em meados de 2.019 … e no final do mesmo ano … o meu “sistema analógico” começou emitir zumbido, estalos e outros tantos ruídos de forma bem perceptível sem música tocando e até durante a execução de forma intermitente. 

Desliguei tudo fiz uma faxina minuciosa - remontei - desapareceu o inconveniente como mágica mas confesso que fiquei cabreiro pois até então não tinha conseguido diagnosticar o “inconveniente”!

Ouvindo música … lembro que o disco chegou não passar - entrava num “looping” - lavei o disco e continuei ouvindo música (…) - começou, a seguir, quando retirei o disco os “ruídos de toda ordem”?!

Como já tinha feito a “dança dos cabos” … mudado de posição os aparelhos … faxina … troca de componentes - cápsulas - e mexi na elétrica … e o “tormento continuava”!

Sábado, 26/09, por volta das 03:00 … peguei por acaso um “espanador antiestático” e comecei a passar sem nenhuma pretensão , resultado: “silêncio absoluto”.

Continuei ouvindo música … no dia seguinte recomeçou a saga novamente … espanador novamente … “silêncio absoluto”.

Entendam não era somente estática no LP mas de forma generalizada! 

Providência, cito: 3M 963E - Ventilador Iônico.

https://www.youtube.com/watch?v=ggtbohu5BPg&app=desktop

963E datasheet - Specifications: Mounting Type: Benchtop ; Type: Ionizer

Acabou o inconveniente?

ESPANADOR ANTIESTÁTICO

ESPANADOR ANTIESTÁTICO - Produtos para limpeza da casa

Bom dia(y)

Constantemente alguns procedimentos e regras são repisados em diversos tópicos das “Fontes Analógicas”.

Penso em reunir neste tópico e pedir ao Dennis para fixar, o tópico, como fonte para todos. Solicito ajuda e contribuições para que possamos juntos engrandecer o tópico com valorosas informações!

Os marinheiros de primeira viagem, neófitos, poderão consultar em um único tópico suas dúvidas, questionamentos, pedir dicas!

Será um tópico bem abrangente que tratará: Premissas, fundamentos, compatibilidades envolvendo ajustes, upgrades, tweeks, geometria de braços, tipos de gabarito, materiais usados em TDs de hoje e vintages, restauração de TDs, revisão de pré-pre de fono, step up transformer, cabos de braço, motores para TDs Belt Drive, TDs Direct Drive, partes de um TD, acessórios necessários e indispensáveis para boa manutenção de um TD, como acondicionar vinis (tipo de ambiente desejável e posicionamento), diferenças na topologia de cápsulas Moving Coil, Moving Magnetic (outras cápsulas), etc…

 
 

Discos novos, não deveriam chegar sujos até o comprador. Mas chegam.

Ouvi dizer que, uma das opções plausíveis é o famoso “desmoldante” usado para retirar o LP da prensa.

Se esta substância continuar no LP até o processo final de embalagem, toda a sujeira que cair no disco neste processo, virá de brinde para sua casa.

O ambiente onde o processo de embalagem é feito, também reflete na apresentação do LP, ou seja, ambiente limpo, produto idem.

Por aqui, antes de ouvir um disco pela primeira vez (novo ou usado) passo na máquina de lavar LPs. Só depois disto, faço a primeira audição.

Os olhos, os ouvidos e as agulhas agradecem.

Forte abraço,

Fabio Venan

Nelson, só lembrando que a NAGAOKA, IGREEN, TICK, SILVER LAB-IN produzem plásticos de excepcional qualidade assim como os da MOFI:aplauso:.

Os melhores que eu já vi são da NAGAOKA, mas os da MOFI, são mais acessiveís e mais faceís de serem comprados:aplauso:.

Nelson uma boa escovinha anti-estática, também é uma regra obrigatória no “mundo analógico”:aplauso:.

Quanto a posição: sempre na vertical;

Quanto ao ambiente: seco se possível (baixa umidade) controlar temperatura - utilizar anti-mofo e anti-fungos;

Quanto a quantidade: até cinquenta(50) no máximo.

Exemplo:

Ver anexo 65736

Quanto a embalagem interna: Plástico anti-estático (exemplo:MFSL Original Master Record Sleeves).

[​IMG]

P. S: Nunca papel, pois é áspero! Em seu contato com o disco, sua aspereza muitas das vezes, acaba lixando a superfície do vinil e a conseqüência é um fosqueamento onde outrora era polido! É muito comum o fosqueamento ocorrer nas bordas e em outras áreas de forma dispersa. Isto ocorre, o atrito, toda vez que se retira o disco do papel. A conseqüência é incômodos ruídos que lembra uma fritura!

Vista seu vinil, no plástico anti-estático, e, coloque-o em sua capa com sua abertura para cima.

Quanto a embalagem externa: Plástico com fechamento na borda superior (evita assim entrada de poeira).

Exemplo: informação no momento indisponível. Logo indicarei.

Só para adicionar, em relação à umidade, o ideal não é seco demais mas provavelmente alguma coisa entre 45% e 50%, até porque num ambiente muito seco é praticamente impossível controlar a estática.

Regras para uma correta regulagem do braço

Serve para a maioria dos toca-discos

  1. Instale corretamente a cápsula e/ou agulha que vai ser usada.

  2. Gire o contra-peso do braço até que o braço fique 100% plano. Nem 1º pra cima ou 1º pra baixo.

  3. Deixe o anti-skating com valor 0 (zero).

  4. Gire o marcador (apenas o marcador) de contra-peso para que fique com valor 0 (zero). Certifique-se de que, após deixar em 0 (zero), o braço continue plano

  5. De acordo com o manual da sua cápsula/agulha, gire o contra-peso, junto com o marcador, até o valor estipulado pelo fabricante. Alguns informam uma gama de valores, como por exemplo, entre 1,5gr e 2gr. Usando dentro desses valores tudo vai ficar bem. Seu ouvido que vai dizer se precisa ficar perto de 1,5gr ou perto de 2gr. Mais uma vez lembro: esses valores que citei aqui são exemplos. Algumas cápsulas/agulhas podem pedir mais, outras menos.

  6. Gire o anti-skating para o mesmo valor que você regulou o contra-peso.

Importante:

a. Existem dois tipos de agulhas: esféricas e elípticas. Certifique-se de que o valor do anti-skating está de acordo com o tipo de agulha que você está usando. O valor de anti-skating muda de acordo com o tipo de agulha.

b. Refaça a regulagem sempre que trocar de cápsula ou agulha.

c. Não é necessário regular novamente se nada foi trocado ou mexido. Caso seu toca-discos desregule sozinho, ele está com problema.

 
 

E também a instinta Discwasher V.R.P (VALUABLE RECORD PROTECTOR) - japonesa. Somente citei MOFI como exemplo (…)

Sim a escova anti-estática é obrigatória(y)

Cito somente como exemplo: as escovas anti-estáticas da HUNT EDA BRUSH, AUDIOQUEST CARBON FIBER RECORD BRUSH, GOLDRING / MILTY SUPER EXSTATIC CARBON FIBRE CLEANING BRUSH e a minha LONDON RECORD BRUSH 2+2(sem foto)

P. S: As genéricas, tipo da AUDIOQUEST, custam metade do preço - o fabricante é o mesmo.

Acessórios:

Balança

Medidor de nível

Líquido para limpar as agulhas

LP Test (hi fi news por exemplo)

Escova limpadora de agulha

Muita paciência

Abs

Nilde

Modesta contribuição …

Limpar regularmente os contatos da shell …

Acho tão importante como manter limpa a agulha …

Aqui vai minha humilde contribuição: stylus cleaning liquid. Comprei uma Benz Ace há aproximadamente um ano e tratava ela com muito carinho e “doses generosas” de LP#9 da MoFi a cada lado de LP. Achava que estava fazendo o maior bem pra coitada mas na hora de fazer o upgrade, quando retirei a bichina do shell, o susto: Ver anexo 66411

Não sei se tá claro na foto, mas o susto foi grande e, ainda bem, a Benz aceita a cápsulas em qq estado para upgrade.

Por indicação do amigo Andre Maltese, além de agora só usar o líquido com MUUUIIIITA parcimônia e extremo cuidado para umidecer apeas a agulha e nada mais, troquei para o da Clearaudio que, claramente tem muito menos álcool em sua formulação.

e põe susto nisso…

o líquido de limpeza tem de ser usado assim, exatamente como o Maltese explicou, apenas o suficiente pra limpar a pontinha da agulha e eventualmente o engate no cantilever, lavar tudo como se estivesse dando banho na cápsula só prejudica, ainda mais que, contendo alcool nestas formulações sempre é bom tomar cuidado, em tese deve ter sido usado um excelente isopropílico, mas em tese apenas…

nisso continuo com o método do thinner, a geleia da Zerodust, pincel, escovinha anti-estática e sem duvida nenhuma: inspecionando tudo com uma lente x20, isso acho muito importante, comprem uma lente x20, pelo menos, não adianta limpar se não tiver plena certeza dos resultados (y)

abraços

Davide,

Assumindo que se coloca apenas discos limpos pra tocar, com que frequencia vc limpa a Stylus??

abraços,

Fabiano.

Olá Fabiano,

vamos lá, vou contar minhas neuras na limpeza de discos :D

assumindo que eu lavo discos novos (método 3 lavagens = 1º XYZ PHK - 2º preparado à base de tritonX PHK - 3º água deionizada + tritonX), que abominei o uso de escovas anti-estáticas em cima do LP (NMO uma praga, tiram os fiapinhos superficiais mas empurram a sujeira pra dentro do sulco, muito melhor dar uma lavadinha rápida) e que cada audição relavo sempre o disco (utilizando apenas a 3º passada), a necessidade de uma limpeza profunda na agulha é muito pequena.

Uma vez por semana, duas no máximo em função do uso, a limpeza com thinner que deixa a agulha piscando. Retira inclusive as micro gorduras imperceptíveis a olho nu, mas, que degradam a reprodução, minimamente, mas afetam de certa forma.

A cada virada de disco a geleia da Zerodust e se tiver um pelinho ou fiapinho apenas o pincelzinho ou a escovinha anti-estática própria de agulha, mas sempre, sempre…monitorando tudo com a lupa (y)

abraços

Davide, muito obrigado pelo pronta resposta!!! (y)

Eu recentemente adiquiri uma PHK (bem recente) e estou correndo atrás dos componentes para fazer as soluções. Vejo que vc utiliza 3 soluções. Qual exatamente a diferença do 2o preparado para o 3o? O 2o tem alcool isopropilico e o 3o nao?

Outra perguntinha, a geleia zerodust eh essa aqui?:

http://www.musicdirect.com/p-7737-zerodust-stylus-cleaner.aspx

sem abusar, tem algum topico aqui que descreve a limpeza com thinner??

Tenho aprendido muito aqui no forum sobre tudo no mundo vinil que sou apenas um novato (e poem novato nisso).

Grande abraço,

Fabiano, por nada, é um prazer contribuir aqui,

a geleia Zerodust é exatamente a do link, que eu saiba todos que a compraram aprovaram o uso dela, sem restrição alguma.

O metodo de limpeza com thiner é barato e seguro, segue os mesmos preceitos das outras limpezas líquidas, não exagerar na dose, o mínimo para o pincelzinho ficar úmido e não passar em lugar algum além da própria agulha e seu encaixe no cantilever.

Existe um tópico específico falando disso, creio que uma busca com palavra chave encontre com facilidade.

Sobre a limpeza em máquina tenho uma VPI 16.5 e uso 3 escovas para espalhar os 3 líquidos específicos, não misturo.

  1. líquido XYZ da PHK, o Paulo fornece o concentrado basta diluir num litro de água deionizada de alta qualidade

  2. água deionizada 85%, 15% de isopropílico e algumas gotas de tritonX, se preferir a PHK também fornece o concentrado pronto ao uso.

  3. água deionizada apenas e poucas gotas de tritonX para quebrar apenas a tensão superficial da água e realizar a última limpeza para retirar 100% os resíduos de alcool da segunda lavada.

O porque desta 3?

NMO por dois motivos, após testar e retestar inúmeras vezes:

  1. o principal pra eliminar de vez a necessidade da maldita :D escovadinha em cima do LP com a antiestática, mais suja que limpa.

  2. e também notei que, em determinadas situações, a lavagem com isopropílico deixa certa aspereza na região aguda, algo muiiiiito pequeno, mas existente, a terceira lavada melhora isso.

Estou à disposição, abraços

Mais uma vez, muito obrigado!! Explicação perfeita!! Vou seguir essa sua receita dos 3 passos. Incluir o 3 passo nao custa nada e faz todo sentido.

Grande abraço,