Sala do Sp0ckUS - Um pouco tb da minha caminhada em AV

Prezados, meu nome e Marcelo e vivo no Texas, EUA. Fui usuario do falecido HTforum desde 2008, quando ainda morava no Brasil, no Rio de Janeiro. Decidi abrir esse espaço para dividir um pouco da minha caminhada em Audio/Video, e dividir como andam meus atuais projetos! Espero que curtam as informações que postarei aqui em breve. Obrigado!

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Antes de falar dos sistemas que tive, e também dos atuais projetos, acho que seria interessante falar um pouco do contexto. Audio e Video fazem parte da minha vida desde muito cedo. Fui criança nos anos 80, e ficava namorando os equipamentos da Gradiente nas velhas revistas “Som Tres” que tinha em casa. Meu irmão tinha parte do System One da Gradiente em casa (no caso o Amplificador A-1 e o Pre-Amplificador P-1), e desde aquela epoca ambos se tornaram referencia para mim. Quero, inclusive, em breve trazer esse set para mim ai do Brasil para montar meu sistema numero 4 no meu escritório. Também namorei bastante o Gradiente Esotech e Esotech AV, pois na epoca nao tinha acesso a informação de outros fabricantes fora dos que tínhamos no Brasil. Ainda demoraria um pouco a eu conseguir montar meu primeiro sistema, o que aconteceu apenas em 2008. No meu proximo post vou falar sobre esse primeiro sistema. Um abraço!

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Bem, para falar do meu primeiro sistema e necessário retornar ao ano de 2008. Eu estava buscando montar meu primeiro sistema em casa. A epoca eu conheci o falecido HTForum, do qual tenho uma grande nostalgia, bem como a revista nacional “Audio Video Magazine”. Foi uma epoca para me atualizar e aprender sobre as novas tecnologias, ja que eu estava mais habituado com audio 2CH.

Comecei a montar o sistema pela TV, a epoca 1080p era o que havia de mais recente, e optei pela Sony KDL-42V4100. Ela suportava 1080p e video a 24hz, entao ja era um bom começo. Gostaria de uma TV maior (quem nao?), mas o orçamento nao permitia a epoca.

Com a TV garantida, eu optei por comprar um PS3 para ser meu midia player. E tb jogar um pouco, pq ninguem e de ferro.

Entao chegou a parte mais cara daquele sistema: Receiver, caixas e sub. Pelo tamanho da minha sala a epoca um sistema 5.1 seria o maximo que eu conseguiria (e tb que caberia no orçamento). Pesquisei bastante, e fui a uma loja no Rio de Janeiro para ver as opções (Definitive Home Theater, que eu tenho certeza que nao existe mais). Chegando la vi algumas salas e equipamentos que nao conhecia. Fiquei muito impressionado com uma sala que tinha um sistema Klipsch (RF-83, etc) com um receiver Marantz SR8002. Era uma sala dedicada, e se nao me engano ja era um sistema 7.1. Gostei muito, mas nao foi isso que o orçamento permitiu… rs.

O pessoal me apresentou algumas opções, e acabei levando para casa um conjunto Jamo S606 HCS3 (LCR + 2 Surrounds), dois pedestais, o subwoofer Jamo Sub-250, e o receicer Yamaha RX-V 663. Apesar de tudo fiquei feliz com a compra (eu fiquei, a namorada a epoca ficou com raiva… queria viajar com o dinheiro que eu investi, mas o tempo mostrou que eu fiz a escolha certa… rs)

Infelizmente eu nao tirei fotos do sistema (ou se tirei eu nao as tenho comigo, mas se eu achar vou atualizar o post com as fotos da epoca). Mas vou deixar abaixo as fotos que encontrei dos mesmos equipamentos. O Receiver RXV-663 ainda esta comigo, eu o uso aqui para fazer testes quando preciso.

(Continua…)







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Eis que a minha experiencia com o HTForum começou a gerar o famoso “Virus do Upgrade”. Montei o sistema, e sentia uma notável falta de graves na região dos 50hz. Hoje, com mais conhecimento e experiencia, eu entendo que o problema nao era o equipamento, mas sim a acústica da sala. Mas como eu nao sabia disso a epoca, comecei a fazer experiencias para melhorar o audio. Troquei cabos de forca (onde possivel), cabos de speaker, etc. Investi nos cabos de entrada da Nordost, e foi um dos meus maiores erros. Nada contra a Nordost, mas aprendi a duras penas que apenas os produtos acima da linha Heimdall da Nordost valem a pena. Nessa epoca tb conheci a BJC Cables, que eu uso ate hoje.

Bem, o “Virus do Upgrade” ja começava a fazer efeito, e em 2009 eu fiz dois upgrades: Comprei o Blu-ray player Oppo BDP-83 (excelente player) e me livrei do Jamo Sub-250 e troquei por um SVS PC-12 Plus. A namorada da epoca odiou, mas novamente eu hoje sei que tomei a decisão certa. Rs . Notei uma melhora na imagem dos filmes, e os graves mais baixos ficaram incríveis…. Mas os 50Hz….. Continuavam abaixo do que eu esperava. Continuei a pesquisa, e pensei que uma boa poderia ser trocar o receiver, pegar algo melhor. Pensei no Marantz, mas ja estavamos em 2010 e o SR8002 ja estava ficando datado. Optei entao pelo Yamaha RX-Z7, um dos top de linha da Yamaha da epoca. Excelente receiver, me deu varias melhorias e customizações, mas os 50Hz…. Nada. Rs Comprei tb um player Toshiba HD-A2, ja que na epoca ainda tinha muitos HD-DVD no mercado. Me arrependi, ja que depois tentei vender o player e ele ainda esta por aqui. Segue uma foto dessa “versão” do sistema.

(Continua…)




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Depois disso eu me livrei do encosto que eu tinha como namorada (rs), e junto com isso (e tb por ter conhecido a minha esposa), minha vida começou a melhorar de varias formas (ter me livrado do encosto tb ajudou nisso). Ja era 2011, e decidi melhorar a parte de video e aderir ao 3D, entao eu troquei a tv por uma Sony XBR-55HX925. Excelente TV, 1080p incrivel. A TV está até hj comigo aqui nos EUA. Tb fiz o upgrade do meu BDP-83 para um BDP-95, que tb está até hoje comigo aqui. Eu curti esta “versão” do meu sistema a epoca até o ano de 2014. Fiz varias experiencias, como um Mac Mini com Plex para rodar as mídias, experimentei outros cabos da BJC Cables e Signal cable. Então meu mudei, e as coisas melhoraram, então chegou a hora do que eu chamo da versão 2.0 do meu sistema.

Baseado nas minha experiencia, até então, eu queria fazer um investimento em caixas de som de bom nível, queria tb ter um projetor e gostaria de usar para uma solução de Separates. Alem disso, queria um sistema que fosse interessante em audio 2CH.

Depois de muita pesquisa e negociações, eu segui por este caminho:

  • Caixas - Bowers & Wilkins 804D2 + HTM-4 D2 + SCMs

  • Pre- Marantz AV 8802a

  • Amplificadores - McIntosh MC-402 (LR), Parasound A23 x2 (Central, Surrounds)

  • Players - Mac mini, BDP-95, Marantz UD-9004

  • DAC - Electrocompaniet ECD-2

  • Turntable - Technics SL1210-M5G + Pre de Phono Valvulado Vicent PHO-700

  • Subwoofer - SVS PB-13 Ultra

  • Projetor - Panasonic PT-AE 4000

  • Tela - Ava Projecta AR2 (16x9 e 2.40:1)

  • Accessories - Power Distributor da Nordost (QB8), filtros da Nordost (QV2 e QK1), Cabos da Kimber Kable, Silversonic Revolution, Wireworld, Nordost, etc.

Curti esse sistema entre o fim de 2014 ate Janeiro de 2018. A diferenca de qualidade entre o que eu tinha e o que eu passei a ter era impressionante, alem do sistema ser incrivel para 2CH, como eu queria. Sobre o que eu tirei de aprendizado deste sistema e a diferenca que cabos analógicos de qualidade fazem no sistema, e que cabos HDMI caros so se justificam se o sinal que vc quer transmitir nao funcionar com os mais baratos. Comprei alguns cabos HDMI caros nessa epoca, e a vantagem que eu tive e que hj eles ainda me servem aqui para sinais 4K.

Mas no fim de 2017 surgiu uma possibilidade de me mudar para os EUA, entao nao pensei duas vezes e aceitei o desafio. Mas pelo os preços nos EUA valeria mais a pena vender alguns equipamentos no Brasil, e recomprar nos EUA. Vendi no Brasil alguns dos equipamentos, e trouxe outros.

Ao chegar nos EUA, as prioridades mudaram, e optamos por focar em comprar uma casa. Fiz questao de comprar uma com uma boa sala dedicada para cinema (MUITO comum por aqui), e depois que compramos a casa era a hora de voltar a pensar no sistema. Mas a novidade e que nao seria mais apenas um sistema, mas vários. Mas isso vai ficar para o proximo post… espero que essa longa estória esteja sendo util para vcs. Me avisem se tiverem duvidas sobre os motivos pelos quais fiz algumas das escolhas. Um abraço!











Tela Ava Projecta AR2


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Seja bem-vindo !!! :hugs:

Qual era o seu nick na época do finado HTFORUM ?!? :thinking:

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Obrigado. Era “Insulano 80”, referencia a minha querida Ilha do Governador, bairro onde eu morava. Mas eu nao era ativo no fórum, estava mais aprendendo do que podendo opinar sobre algo.

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Continuando os últimos posts, a ideia e compartilhar os projetos mais recentes. Para contextualizar, eu vivo no Texas e, como dizemos aqui, “Everything is bigger in Texas”. E isso tb se aplica as casas. Compramos nossa casa aqui, e foi uma grande benção sem duvidas. Com mais espaço surgiu tb a oportunidade de ter espaços dedicados para mídia, mas tb a necessidade de ter audio em vários espaços (incluindo outdoor, o que ainda esta na prancheta de projetos.. rs).

Mas eu quero primeiro contextualizar minha decisão em dividir meu sistema em vários. Como comentei em meu ultimo post, eu havia montado no Brasil um sistema que me atendia muito bem com filmes, musica 2ch e tb musica multi-channel. No momento que eu passei a ter uma sala dedicada, minha ideia natural era manter o padrão anterior, apenas aumentar para comportar a sala maior. Isso, e também a adoção de novos padrões para cinema, como o Atmos e DTS-X me fizeram perceber que talvez esse nao fosse o melhor caminho. Veja, eu me tornei fā da combinação Mcintosh + B&W para musica, mas quando fui visitar alguns colegas que tem salas com Klipsch e JBL Synthesis, eu percebi que estas caixas entregavam uma experiencia mais próxima a dos cinemas. Quando nao foi a minha surpresa ao descobrir que Klipsch e JBL dividem o market share de caixas de som para cinemas comerciais nos EUA (agora tb eles dividem com a própria Dolby e IMAX, que tb tem suas próprias caixas). Eu pesquisei, e vi que o motivo era até obvio: Tweeter de compressão + Horn + alta sensibilidade. Enquanto as Klipsch e JBL nāo conseguem entregar o mesmo nível de textura e delicadeza nas altas frequências, como as B&W, mas entregam muito mais dinâmica que as minhas adoradas Diamond Series. Passei a perceber isso quando comecei a comparar Klispch com as minhas B&W tocando música eletrônica. Entao me parecia razoável pensar em ter sistemas diferentes, com configurações diferentes, para usos tb diferentes. Entāo eu dividi meu sistema original da seguinte forma aqui:

Sistema 1 - Home Theater instalado no meu Game Room (um lounge que 90% das casas no Texas tem, no meu caso e a ante-sala da minha sala dedicada de cinema), usado para conectar os video games da sala, bem como tb para assistir TV.

Sistema 2 - Sistema Stereo, localizado na minha sala de família, foco em musica 2CH.

Sistema 3 - Home Theater, sala dedicada de cinema.

Sistema 4 - Sistema 2ch Vintage, no meu escritório.

Whole Home Audio - Sistema Baseado em Speakers da Sonos e outros que sejam capazes de reproduzir audio via Airplay, localizado em todos os cômodos da sala, incluindo Outdoors. Os sistemas 1 a 4 sao integrados neste sistema da casa.

Destes sistemas, o sistema 1 e 2 estao funcionais, e vou mostrar um pouco deles para vcs. Comecando pelo primeiro, no proximo post falaremos do segundo. O sistema 3 esta em construção, e vou documentar o processo aqui. O sistema 4 ainda esta na prancheta, mas…. Vamos ver o que acontece. O sistema whole home esta tb sendo instalado aos poucos.

Falando do primeiro sistema, eu os numero assim pois foi a ordem que que eles estāo ficando prontos. Eu queria ter um espaço para ver TV e que nāo fosse a sala de estar da casa, onde eventualmente recebemos visitas. Neste sistema eu colocaria meus consoles de Video-game também, e teria como assistir tv. Para isso montei o seguinte set up:

  • TV Sony 85” Class X90CK Series

  • Receiver - Marantz SR 6014

  • Caixas - Conjunto Klipsch Reference (5.0.2) composto de R-806 x2, R-50C, R-40M x2

  • Subwoofer - Inicialmente um Klipsch R-12SW, mas hoje estou com o SVS PB-13 Ultra

  • Players de Midia - Oppo BDP-95 e Nvidia Shield Pro

  • Consoles - Xbox Series X, PS5, Nintendo Switch e Nintendo Wii-U

De certo modo este sistema e bem análogo ao que eu gostaria de ter levado para casa em 2008, mas nao foi possivel. O PB-13 Ultra literalmente sacode a casa toda (aqui as casas tem estrutura de madeira, mas resistem bem…. Passei por um furacão agora em Jul/2024 e resistiu, entāo nāo tem problema). A posição acusticamente falando nāo e ideal, mas nāo tenho muito que eu possa fazer.

Em relação aos upgrades que eu considero aqui neste sistema seria a troca das LCR pelo conjunto das RF7-III/RC64-III, alem do upgrade do receiver para um Marantz Cinema 50, mas isso esta bem longe das prioridades. Como o sistema esta hoje atende o que eu preciso.

No proximo post vou falar sobre o Sistema 2, que herdou boa parte dos equipamentos do meu ultimo sistema no Brasil. Ate la.

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Muito bacana seus posts!!! Parabéns!!! Eu tenho Klipsch mas preciso deixar mais de um metro afastada das paredes traseiras. Depois que experimentei, o som melhorou demais!!! Uso em stereo, são caixas de entrada mas ficaram excelentes!!!

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Eu concordo que se eu afastar as caixas elas devem entregar melhores graves, mas pelo desenho da sala e algo que nao consigo mexer. A minha ideia original para essa sala era um par de RB61, mas encontrei a epoca o conjunto com as 5 caixas por $700 novas. Entao nao pensei duas vezes. Essa questao da distancia para parede e um dos fatores que me faz repensar fazer o upgrade para as RF7-III, mas e algo que eu vou precisar pensar mais a frente. Por enquanto esta funcionando bem. Algo que tb melhorou a performance recentemente e o uso de um segundo subwoofer, no caso o KW-120 + KA1000 (que estao bem no canto esquerdo da foto). Estao ali temporariamente, pois devem ir para o projeto do Sistema 3, mas o segundo sub trouxe um impacto bem notável, o que e esperado. Obrigado pelo comentário.

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Como vc usa sub, os graves são direcionados para ele e provavelmente a distância não deve impactar tanto quanto em minha casa. As RF7 são as que estou pensando…devem ser incríveis!!! Grande abraço e parabéns pelo seu POST.

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Entao, eu testo tb sem eles. A razão para essa caixa em especial ter melhor performance quando esta longe da parede e que o duto dela e traseiro, como a maioria das Klipsch Reference. Alem disso, em geral e interessante deixar um espaço entre a caixa e a parede. Mas para esse sistema, que e focado em som multi-canal, a melhor solução e acertar o sub, ou talvez adicionar mais um.

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Hoje vou falar um pouco sobre o meu Sistema 2, meu sistema 2CH. Ele fica na minha sala de família, ou seja, tem um espaço maior para ele preencher com musica. Para este sistema, eu re-aproveitei alguns componentes que estavam no meu “Sistema 2.0” no Brasil:

  • Amplificador - Mcintosh MC-402

  • Pré-Amplificador - Emotiva XSP-1 Gen 2 Differential Reference Stereo Pre-Amp

  • Caixas de som - B&W 804D2

  • Player - Marantz UD-9004

  • DAC - Cambridge Audio Azure 851N

  • Turntable - Technics SL 1210 M5G

  • TV - Samsung Q900 65” 8K TV

  • Cabos e acessorios - DHLabs Silver Revelation (XLR) + Wireworld Silverstar (Digital) + Acoustic Zen Tsunami II, Audience e Signal Power Cables + Kimber Kable Speaker Cables; Nordost QB8 + Nordost QV2 + Nordost QK1 .

90% deste sistema estava em meu ultimo sistema no Brasil, mas eu precisava de alguns itens adicionais. A começar de um Pre-amplificador. O plano era pegar um McIntosh, mas como a prioridade era comprar a casa eu fui buscar o Emotiva XSP-1, que e um excelente pre-amplificador para o que me custou. Mas o plano ainda e pegar um Mcintosh.

Alem disso, eu queria um DAC com Streamer, ja que meu ECD-2 era apenas um DAC. Eu troquei ele pelo Cambridge Audio Azure 851N, e fiquei super feliz com o resultado. Em 2014 eu deixei de comprar um DAC Cambridge para comprar o Electrocompaniet, e eu vi ali que havia feito a escolha errada. Mas fiquei contente que eu pude corrigir a tempo.

Por fim, um subwoofer seria muito bom. O PB-13 que veio do Brasil estava ja alocado no Sistema 1, então eu fui buscar um SVS SB3000, pequeno e eficiente subwoofer, que se encaixou como uma luva. O plano ainda e ter um segundo, que vira em breve.

O elemento final para o sistema, em especial na parte digital, era uma forma de organizar e distribuir minha biblioteca de arquivos Flac, Wav e DSD. Para este fim eu uso o app Roon, o qual tb e a base do meu sistema “Whole Home”, pois ele me permite transmitir audio pela minha rede IP, podendo reproduzir a mesma musica em vários speakers, ou musicas diferentes de forma individual.

Seguem abaixo fotos do meu sistema 2:


Como comentei antes, me tornei um fā da combinação Mctintosh + B&W. Ja ouvi outras excelentes tb, como Mcintosh com Focal e Sonus Faber, mas B&W ainda é a minha combinação favorita. Estou bem satisfeito com este sistema, em especial depois que veio o DAC da Cambridge Audio. O caminho de upgrade para este sistema começará logo depois que o sistema 3 estiver pronto. A ideia e trocar o Pre emotiva por um Mcintosh, buscar uma capsula melhor para o meu turntable, o segundo SB3000, e ver o que vou fazer sobre as caixas de som. Meu plano e pegar um par de B&W 801 ou 802 + um par de monoblocos Mctintosh. Ai acho que chegarei em meu “End Game” para o meu sistema stereo.

Bem, no próximo post vou falar sobre o andamento do projeto do Sistema 3, a minha sala dedicada de cinema. Um abraço.

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Neste post vou comecar a documentar a construção da minha sala dedicada. Como a maioria dos antigos frequentadores do HTForum, ter uma sala dedicada tb era um sonho, e estou contente em trabalhar para fazer isso acontecer. Não esta sendo um processo simples, mas estou curtindo a jornada, e isso e o que importa no final.

Primeiramente vamos falar do espaço. Nos mudamos para a nossa casa em 2020, e a mesma ja possuía uma sala pensada para ser dedicada para cinema, o que e muito comum aqui no Texas.

A sala possui as seguintes dimensões: 4.37m de largura, 6m de profundidade, 2.74m de altura. Bem, dimensões nao muito padrão em metros, mas aqui a unidade de medida e polegadas, entao acontecem essas coisas. A sala esta bem próxima das proporções chamadas “Golden Ratio”, que sao 1:2.6:1.6. Mais informações neste link: [Audio Advice Guide for Home Theater Room](A Guide To Home Theater Acoustics - Improve your room acoustics – Audio Advice

Abaixo mostro fotos da sala como eu recebi.


Apenas o detalhe e que eu recebi a sala com o carpete instalado, mas essas sao as fotos que achei aqui de antes das modificações.

E um pouco mais de fotos durante os últimos anos com pequenas modificações como parte do projeto.


Sim, estava uma bagunça neste dia, mas agora esta pior (muita coisa por fazer na sala ainda). Nesta foto da para perceber que mudamos a cor da sala e fizemos uma primeira projeção de como ficaria uma tela ali. Hoje o projeto e colocar uma tela um pouco maior, mas chegarei nessa parte. Também trocamos as luminárias (sconces) e coloquei alguns posters, mas ja os removi tb. A idéia agora e colocar tratamentos acústicos ali. Chegaremos nesta parte mais para frente tb.

Para finalizar este post, a ideia e falar um pouco mais sobre o conceito que estou adotando para a sala, que foi a base da maioria das decisões que eu tomei. Minha ideia e montar uma sala que atenda os padrões THX Ultra, incluindo equipamentos. A THX tem vários níveis, e o THX Ultra e para uma sala com ate 3000 cubic feet (minha sala tem algo de 2250), distancia entre o principal seating point e a tela de aproximadamente 12ft (3.66m), o que tb e o meu caso. Para mais informações sobre o THX Ultra, eis o link: https://www.thx.com/room-size

Muitos tópicos para comentar por aqui. Nos próximos posts eu vou comentar mais sobre as escolhas de equipamentos que eu fiz, a começar pelas caixas de som (bem, a foto que eu postei ja da um spoiler… rs). Um abraço.

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Hoje quero falar um pouco sobre as minhas escolhas de equipamentos. Bem, no post anterior eu comentei que uso como referencia o THX Ultra, e obviamente equipamentos certificados THX Ultra entram nas minhas short lists. Mas é importante dizer que existem muito equipamentos não certificados THX que entregam performances iguais ou melhores que seus equivalentes certificados. Então, para mim, uso o THX como o mínimo que eu devo buscar, podendo olhar equipamentos superiores. Creio que usando essa certificação desta forma será sempre benéfico e terei isso como um guia.

Olhando por este prisma, meu short list para speakers era: Klipsch, JBL Synthesis e JTR. Dos 3, JTR não é certificada THX, mas para quem conhece seus produtos sabe que eles entregam uma performance excelente.

Como comentei antes, JBL e Klipsch dividem o market share para speakers dedicados a salas de cinema aqui nos EUA. A Klipsch oferece, inclusive, o sistema BTS que usa os mesmos drivers de tais caixas, mas para o mercado doméstico. Elas são semelhantes as caixas da Krix, mas estas infelizmente só estão disponíveis na Austrália e Europa. Uma pena.

O foco da JBL Synthesis são caixas de embutir, e eu gostaria de evitar estas ao máximo. O motivo é que no futuro eu gostaria de ter um front stage semelhante ao Klipsch BTS/Krix, e montar uma sala focada em caixas de embutir não me permitiria o upgrade no futuro.

No caso da JTR, eles tem caixas para LCR muito boas, mas não gosto das ofertas deles para usar em surrounds (e eu gostaria de ter a mesma marca em todos os canais). Os subs da JTR são incríveis, e estão na minha short list.

Com isso, a opção óbvia seria Klipsch. A linha Klipsch THX tem uma variedade grande de caixas, estão no mercado desde o inicio dos anos 2000, e eu conseguiria comprar elas a um baixo custo, ja que eu estava encontrando Klipsch THX New Old Stock (NOS) a preços bem convidativos.

Com isso as opçōes foram:

1 - LCR - Klipsch KL-650 x 3

Apesar do tamanho, produz um SPL bem interessante. Nao descem muito, ficam em torno dos 48Hz, mas tem um mid-bass bem interessante. Claro, pelo que o padrão THX espera, tudo abaixo de 80Hz vai para os subs, entao essa caixa ela e de fato feita para uma sala de cinema. Seu gabinete e bem rígido e muito bem construído.

2 - Side Surrounds e Front Wides - Klipsch KS-525

Nao se iludam pelo tamanho, essas caixas conseguem preencher a sala. E eu vou usar 4 delas.. curioso para ver o resultado.

3 - Back Surrounds - Klipsch KL-7800



Nas primeiras fotos vcs podem ver as KL-7800 ainda em sua cor original. Também da para perceber que ela são seladas. Eu fiquei muito impressionado com a performance delas. Na ultima foto ela ja instalada na parede, após a pintura em Black Mate.

5 - Atmos - Klipsch THX-5002-L


Sem exageros, essa caixa entrega a performance idêntica a das KL-7800. Mas ocupam muito espaço, como podem ver na segunda foto (vc precisa de 10" de espaço para conseguir instalar).

A opção das KS-525 como front surrounds será uma experiencia que vou fazer. Elas tem dispersão de 180 Graus, então devem atender bem a demanda em serem usadas como wides. A opção seria adaptar uma KL-7800, ja que a Klipsch não tem uma oferta especifica para isso, mas acho que o resultado não seria bom.

Outro ponto importante é que estas LCR foram feitas para serem montadas atrás de uma tela de projeção acusticamente transparente.

Como eu comentei, o plano posterior é migrar para um BTS-122 da Klipsch. Vamos ver o que acontece. Abaixo uma foto das BTS-122 (quem sabe um dia?):

No próximo post vou falar sobre os amplificadores para o sistema. Um abraço.

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Sensacional, meu caro! Que sonho! :heart_eyes: :heart_eyes: :heart_eyes:

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Opa… sim, para mim esta sendo tb. E curtindo a jornada, mesmo tendo ainda MUITO trabalho pela frente nesta sala. Mas estou contente em poder dividir um pouco com a comunidade, trazer algumas novidades e, quem sabe, inspirar os amigos.

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Ola! Hoje eu quero falar um pouco sobre o processo de escolha para amplificadores. Sim, no plural. Rs

Bem, primeiramente explicando por que nem considerei receivers: Por melhor que sejam, receivers sao ideais para salas menores. Usando o THX como referencia, os receivers certificados THX possuem o nível Select, indicado para salas menores que a minha, o que faz sentido. Eu tenho um SR 6014, ja tive um Yamaha Z7, e eu vi a diferença que faz vc ter um sistema separado.

Com as caixas escolhidas, era hora de buscar os amplificadores. Eu prefiro montar os meus sistemas assim, começando pelas caixas, quando possível.

Como fã da Mcintosh, minha primeira opção óbvia seria essa, mas eu sinceramente acho desperdício de recursos usar um McIntosh em uma sala dedicada a cinema, a menos que vc tenha intenção de usa-la para outros fins. Como não e o meu caso, então fui buscar outras opções.

Minha short list estava entre Emotiva, Monolith e Parasound. Dos 3, só o Parasound era certificado THX Ultra, mas o fator custo tb estava atrapalhando. Olhei os Emotivas, e me impressionou como a qualidade dos produtos deles esta piorando. Uma pena. Os XPA-2 antigamente tinham um banco de capacitares enorme, e hoje eles mal informam isso, sinal que ja não e tao impactante assim.

Eu vi bons reviews to Monolith de 11 canais. Possui dois transformadores toroidais, o que faz muita diferenca. E estava bem perto de seguir por este caminho, mas ai eu voltei a olhar para os Parasound com uma outra perspectiva. Também pesou o fato de que, por melhor que um amplificador de 11 canais seja bom, distribuir esses canais por outros amplificadores sera uma opção melhor (mais transformadores e bancos de capacitares tendem a entregar uma melhor experiencia).

Primeiramente, eu ja havia tido um par de Halo A23 antes. E gostava muito do resultado, mesmo eles tendo que levar as minhas B&W, claramente mais complexas de gerenciar do que as Klipsch.

Comparando as características, claramente os Parasound eram melhores para aplicação de cinema. Sao amplificadores “rápidos”, com alto valor de Slew rate, que se refere a quantidade de volts que ele consegue transmitir por micro segundo. Isso ajuda a ver que são amplificadores dinâmicos, adequados para o cinema. Não atoa são certificados THX.

Inclusive nesta pesquisa eu descobri que a Parasound forneceu amplificadores para a LucasFilm na época dos Star Wars Episódios 1 e 2, para a parte de pós-produção de audio. Tanto que a Parasound aparece nos créditos dos dois filmes.

Enfim, Acho que ficou claro o caminho que segui. Eu optei pelos seguintes modelos:

Parasound A-51 (LCR, Back Surrounds)

Parasound A52+ (Atmos)

Parasound A23 x 2 (Side Surrounds e Front Wides)

E com isso creio que cheguei no meu “end game” para amplificadores nesta sala. No máximo, no futuro, posso trocar os dois A23 por outro A52, assim ganho espaço no rack.

Por enquanto os amplificadores estão em suas caixas, aguardando terminar a obra aqui na sala, como vcs podem ver na foto:

OBS. Acima dos Parasounds temos um Panasonic DP-UB9000, uma das fontes para o sistema 3, mas falarei mais sobre quando chegar no tópico “fontes”.

Bem, obrigado pela leitura. No proximo post vou abordar a parte da instalação elétrica aqui da sala, e os cuidados que estou tomando em relação a cabos de forca. Um abraço!

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Opa, dia de assunto polemico… Elétrica e cabos de forca.

Este e um tópico que eu fui descobrindo a importância com o tempo. Eu ja acreditei mais nos “milagres” que alguns cabos caríssimos conseguem fazer, e hoje vejo as coisas mais com uma certa ponderação.

Antes de falar dos sistemas em si, vale lembrar que todas as casas americanas tem um sistema de terra bem instalado, seguindo algumas normas aqui. Minha casa tem dois terras, uma vantagem que eu não tinha no Brasil. Alem disso, eu consegui colocar dois circuitos dedicados de 20A dentro da sala para o meu sistema 3, alem dos outros dois circuitos de 15A na sala que são compartilhados. Falarei mais a respeito. O sistema 1 e o sistema 2 estão em circuitos de 15A compartilhados (são circuitos diferentes, em salas diferentes)

Em meu sistema 1, eu tenho apenas um Panamax MR4300 para proteger meus equipamentos dos picos de energia, comuns por aqui. Tenho um par de cabos de força mais simples, e os demais são os cabos que vem com os equipamentos mesmo. Não vi necessidade em fazer maiores investimentos na parte elétrica aqui.

No sistema 2, bem… ele herdou bastante coisa do meu ultimo sistema no Brasil, incluindo a tomada Furutech GTX-D Rhodium, distribuidor de energia QB8, alguns Nordost QV2 e QK1, alem dos melhores cabos de forca que eu tinha. Entendo que investir em cabos de forca de um melhor nível faz sentido para 2CH, mas não vejo assim para sistemas Multi CH e HT. Mas eu reconheço que bons cabos de foca, bem construídos, fazem muita diferença, mas isso não implica em cabos caríssimos. Então para o sistema 3 eu procurei um balanço entre os dois.

Eu sempre gostei dos cabos da Signal Cable. Tenho alguns modelos deles, e que estarão no sistema 3: Magic Power (10AWG), Magic Power Digital Reference e Silver Resolution. Sao cabos honestos, a um preço mais em conta. Mas, mesmo assim, pelo numero de cabos que eu precisaria, e pelo tamanho deles, estava ficando bem complicado. Então eu decidi fazer uma pesquisa, e consegui encontrar a “Receita” para os dois primeiros. O custo de produção por cabo seria muito mais interessante, e então decidi seguir por este caminho. Eu construi alguns cabos para os sistema 3 usando essa “Receita”. Se vocês tiverem interesse, deixem comentários aqui que posso postar a “receita”. Neste esquema eu devo ter construído uns 14 cabos de forca, incluindo uma variante 12AWG. Alem deles, montei um cabo usando o DH Labs Silver Sonic Red Wave e conectores Oyade C-046 e P-046, e um cabo Furutech usando o cabo FP-S55N e os conectores FI-50M NCF.






Em termos de circuitos, o sistema 3 terá na pratica 4 circuitos, sendo 2 de 20A e 2 de 15A, sendo estes últimos compartilhados com a chamada “Concessions Room”, local onde mantenho uma geladeira, máquina de pipoca e cafeteira (quando estiver pronta eu posto aqui as fotos), e também com o Lounge/Game room. Estes dois circuitos de 15A não serem dedicados e uma pena, mas a ideia e ter um subwoofer ligado em cada um, alem de coisas menores. Os equipamentos principais serão ligados nos circuitos de 20A. Alem disso, eu uso tomadas Furutech (GTX Gold e FTX Gold) para os circuitos dedicados e para dois dos subs do projeto.




Para distruibuição de energia, temos algumas coisas aqui. Eu não gosto de ligar amplificadores em protetores de surto em linha (velho habito), então a ideia e usar um protetor de linha paralelo (Shunyata Research Venom Defender). Para este circuito de amplificadores, eu vou usar um Shunyata Research PS8 Venon como distribuidor de energia (ja esta comigo a uns 10 anos… rs). Pretendo colocar tb um Nordost QV2 tb neste circuito. O cabo de forca para o PS8 é o Furutech que eu montei. Para o outro circuito dedicado, para fontes, processadores e projetor, vou usar um distribuidor da Emotiva CMX6, alguns QV2 e QK1. O cabo de forca é o montado com o DH Labs Silver Sonic Red Wave. Além disso, para o rack e para o circuito não dedicado vou usar alguns filtros da Wattbox. Não conhecia a marca antes de vir para ca, e quase todos os integradores de HT usam esse surge protector em seus projetos. O que eu vou usar e rack mountable, mas me permite montar equipamentos na parte da frente do rack.



Em resumo, eis meus guidelines que eu procurei seguir ate o momento:

  • Usar múltiplos circuitos dedicados, observando os cuidados com a instalação para evitar loop de terra e diferença de potencial entre os circuitos. Isso e particularmente importante para sistemas que tenham equipamentos que demandem muita corrente, como amplificadores e subwoofers de alta potencia.
  • Cabos de forca: Para amplificadores e subwoofers ativos, 10AWG e isso não e negociável. Para fontes, 12 ou 14 AWG, podendo usar cabos que possuam prata em sua composição.
  • Distribuidores de energia - 10AWG, novamente sem negociação.
  • Para o projetor, eu optei por ligar ele no mesmo distribuidor da fonte, o que implica lançar um cabo de forca longo. Ele vai passar junto com o HDMI, MAS meu HDMI é híbrido (Fibra Óptica), ou seja, não sofre com interferência eletromagnética. No caso, eu usei a variante de 12AWG da minha “Receita” de MagicPower para ele.
  • Um bom terra e fundamental. Se vc não tem a sorte de receber a sua casa com um terra bem feito, procure um bom eletricista e veja o que e possível em sua situação.
  • Preciso de um cabo de forca muito caro? Eu procuro ver um cabo de forca como algo que pode se tornar um “gargalo” para a performance do equipamento, e não algo que vai fazer um equipamento ruim ficar bom. Então eu optei no Sistema 3 a usar cabos mais caros apenas em funções mais “nobres”, como a entrada dos distribuidores de energia.

Enfim, assunto polemico, e eu respeito quem pensa diferente de mim. Quando optei por ter vários sistemas, uma das coisas que eu sabia e que eu iria priorizar cabos de melhor qualidade para o meu sistema 2CH. Nos outros eu iria buscar excelentes cabos, e não focaria em suas marcas.

Ja que começamos o assunto cabos, no proximo post vou falar sobre os cabos de interconnect.

Um abraço!

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Spock,

Lembro de você ter mencionado algo sobre os amplificadores Emotiva, que antigamente informavam e hoje não informam mais sobre o banco de capacitores.

Eles mudaram o sistema de alimentação do amplificadores na linha XPA Gen 3, não usam mais capacitores nem transformadores, agora é com fonte chaveada.

Postei um vídeo lá no Clube Emotiva que explica com detalhes o porquê disso. Depois dá uma olhada lá.

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