Se você, está lendo isto neste fórum dedicado à música e seus diversos métodos de reprodução, com muita certeza está buscando uma reprodução de acordo com o seu gosto e preferência auditiva, quer ouvir as suas músicas de modo a soarem agradáveis aos seus ouvidos. Não estou provocando uma discussão de “melhor" ou “pior” mas como obter essa tal da sinergia entre os componentes do sistema: quando e porque devo fazer um upgrade. Creio que isso é busca de muitos que postam, com muita frequência, “este componente é bom”?
O que proponho discutirmos é quais são as características dos diversos componentes que indicam quando devemos fazer um upgrade. Isso é algo complexo quando pensamos que o sistema mais simples é um toca-discos, um amplificador e um par de caixas. Estamos no tópico de toca-discos, é esse o meu interesse, gostaria de saber suas impressões.
Há uns 2 meses atrás, quando comprei a 1210gr notei que todo o meu sistema era o ponto fraco em relação ao TD. Aí caiu a ficha de recomeçar os upgrades de uma fórma mais estruturada.
Acho que é uma das coisas mais difícil de se conseguir, sinergia entre todos os componentes, sempre parecerá que algum ponto é o elo fraco do sistema, caixa, amplificador, cápsula, pré de phono, cabos, acústica…
Hoje eu acho que é a acústica que está limitando aqui.
Recomeçar do jeito que você falou mesmo, a partir de caixas novas. Hoje eu conto com caixas energy C200 (velhas mas tocam bem no nível entry), Cambridge Áudio 640R configurado para stereo (excetuando fr e FL, todas as outras desligadas), cd player Pioneer cdj200 como transporte, Chromecast áudio, TD Technics SL 1210GR com cápsula AT100e. Diante disso, minha impressão é de começar pelas caixas, um bom par de books, depois um integrado de verdade (nenhum de entrada), apesar que o 640R tem números que não fazem feio, e uma Hanna pra finalizar. E você, me dá sua sugestão.
a e tenho também um sub da monitor áudio que eu adoro, ele é muito musical e só fica ligado bem cortado mesmo e pouco volume só pra fazer aquilo que as caixas não conseguem mesmo.
[QUOTE username=Wandique userid=7347621 postid=1312843436]Acústica muitas vezes é algo que não tem jeito nem com tratamento acústico quando se trata de uma
sala muito pequena. Eu lembro de ter lido um artigo na saudosa Stereo Reviewonde havia um fluxograma
das escolhas e possíveis caminhos para “melhorar” o sistema, começando pelas mais baratas até a mais
cara que era, comprar uma casa devido ao tamanho da sala de audições. Eu não saberia dizer quais seriam
as dimensões mínimas de modo que pudéssemos ter uma reprodução ao menos razoável porém, sempre
nos restará os headphones …[/QUOTE]
Penso que é algo intuitivo e pessoal. Por uma sorte que me acompanha desde que nasci fui parar numa sala com metade recoberta de madeira. E funciona como uma concha acústica . Um mínimo de absorção. E é importante apreciar a sua sala como ela é , desde que não haja disparates enormes.
Cada sala tem sonoridade própria - como uma identidade - e é importante aceitá-la e ocasionalmente fazer pequenos acertos. Mas quando impera a incerteza e acreditar no canto da sereia … aí tá pronto para cair na armadilha de upgrades.
Recomeçar do jeito que você falou mesmo, a partir de caixas novas. Hoje eu conto com caixas energy C200 (velhas mas tocam bem no nível entry), Cambridge Áudio 640R configurado para stereo (excetuando fr e FL, todas as outras desligadas), cd player Pioneer cdj200 como transporte, Chromecast áudio, TD Technics SL 1210GR com cápsula AT100e. Diante disso, minha impressão é de começar pelas caixas, um bom par de books, depois um integrado de verdade (nenhum de entrada), apesar que o 640R tem números que não fazem feio, e uma Hanna pra finalizar. E você, me dá sua sugestão.[/QUOTE]
Comece pelas caixas, pude ouvir algumas caixas desde simples até caixas de 15000, e pra mim é o item que mais faz diferença num set.
a tendência é começar pelas caixas mesmo, o manepipoca foi acertivo e na verdade tudo gira em torno delas, como o Wandique já tinha falado em posts anteriores.