Olá amigos do fórum! Este tópico os créditos são exclusivamente para o usuário aacasarin do HT Fórum, não consegui contacta-lo e devido o receio deste material se perder, decidi replicar aqui para ser uma consulta inicial.
APRESENTAÇÃO
As dicas são um guia prático destinado a iniciantes. São apenas base e estímulo para a indispensável e inesgotável futura leitura. Sobretudo, tenha paciência para aprender antes de comprar qualquer coisa por impulso. É preferível comprar tudo aos poucos a adquirir um kit in a box.
Para aprendizado, leia muito do HTFORUM, manuais dos equipos e revistas especializadas. Procure ler tbém sites internacionais: utilize o navegador Google Chorme para tradução. Recomendo os artigos dos seguintes sites:
AVSForum, By Knirsch, Revista Home Theater, Construção do Começo ao Fim, Faz Fácil, Discabos, Universidade de Salfort
- ESCOLHAS: tiveram como princípio o custo/benefício, assim, nada de equipamentos porcarias, nem os mais tops (high-end)
Ex:
1) RECEIVER (recomendado preout para todos os canais): Yamaha RX-V779 ou RX-A850; Harman Kardon AVR 3700; Denon AVR-X3200W; Pioneer SC-95 ou VSX-33; Onkyo TX-RZ800
*Obs: caso queira apenas um bom conjunto de qualidade, onde não há necessidade de futura conecção com outro amplificador, pode-se escolher Receivers com preout apenas para o Sub, como, por exemplo, o Yamaha RX-V479
2) SUBWOOFER: Infinity Primus PS410 (10") ou PS312 (12")
3) FRONTAIS:
-TORRE: Energy CF-50 ou CF-70; Infinity P253 ou P363; KEF C5 ou C7; Klipsch F-30 ou F-20
-BOOKSHELF: KEF C1 ou C3; Infinity P163; Klipsch B-20; Energy CB-10 ou CB-20 ou RC-10
-STUDIO MONITOR: amplificadas para um estéreo detalhado (…), ex: M-Audio CX8, M-Audio CX5, M-Audio BX8a, Mackie MR8, Mackie MR5, KRK Rockit 6 (RPG2), KRK Rockit 8 (RPG2), KRK VXT6 e KRK VXT8. A vantagem é que dispensam o uso de amplificadores, porém são usadas para near field (palco sonoro de uns 3m)
4) CENTRAL: Infinity Primus PC251; KEF C6; Klipsch C-10; Energy CC-5
5) SURRONDS: Klipsch Synergy S-10 ou S-20; Energy CR-10 ou V-S
6) SURRONDS BACK: Infinity P153, KEF C1 ou C3
*Obs: outra opção, caso precise economizar, é comprar os “SPEAKER PACKAGES” (kit de caixas), onde se tem um conjunto completo de caixas de boas marcas de HT. Há, tbém, os “HOME THEATER SYSTEMS” (kit de caixas com receiver), onde, por um preço mais em conta, tem-se receiver e conjunto de caixas. No link há uma lista (retirada da Pioneer Internacional e Centro Pioneer) com diversas opções para pesquisar, comparar e escolher o que melhor cabe no seu bolso
- QUALIDADE SONORA FINAL: existem diversos aspectos que influenciarão, assim, todos devem se desenvolver igualmente para que um não limite a qualidade do outro:
Acústica da Sala
Elétrica
Equipamentos: receivers, amplificadores, pré-amplificadores, processadores
Fontes: blu-ray & dvd players, HTPC, media center
TVs & Projetores
Cabos: de energia, de caixas acústicas, dos equipamentos
Caixas acústicas
Aterramento do sistema
Vibrações dos equipamentos
Acessórios: tomadas, plugues, iluminação, condicionadores, etc
Mídia ou arquivo utilizado: .mp3, .m4a & .aac (HE-AAC v2), .vob, .mkv, .m2ts
Desenvolvimento auditivo: um ouvido bem treinado é outra coisa
*Obs: lembre-se do chavão: “É indispensável a contratação de profissionais especializados”
*Obs: o símbolo (…) significa que há controvérsias…
Lógico que as dicas, devido à infinidade de fontes e raciocínios, nunca serão regras rígidas
ACÚSTICA & CONSTRUÇÃO
- Boa acústica da sala é sinônimo de equilíbrio: a sala não pode estar “morta” nem “viva”, mas sim “seca” (tempo de reverbação abaixo de 1s em todas as frequências audíveis). É como se estivéssemos à frente de um palco ao vivo e ao ar livre: ouve-se claramente o som vindo direto das caixas, sem reverbações. É buscar o som real o mais próximo possível, sem correções eletrônicas. Lógico que se você domina algum instrumento musical, terá mais facilidade em saber discernir o que está bom ou ruim aos ouvidos
- Volume & Medidas: é fato que quanto menor for o volume (m³) da sala, maior será a influência negativa que suas superfícies exercerão sobre o som. Volumes acima de 100m³ facilitam o controle das reverbações nas frequências graves, as mais difíceis de serem controladas. Salas devem ser no formato retângulo (caixa de sapato): as caixas frontais ficarão na parede de menor tamanho. Existem diversas medidas ouro que melhoram a acústica da sala. Um bom estudo sobre medidas é da Universidade de Salford (Trevor Kox) onde se constatou que a proporção 1 : 2,19 : 3 (altura : largura : profundidade) é a melhor proporção para atenuar reverbações acústicas, ou seja, 2.6 x 5.694 x 7.8, 2.7 x 5.913 x 8.1 e 2.8 x 6.132 x 8.4 seriam as medidas mais recomendadas
- Tratamento Acústico: sofás, cortinas, tapetes em tecidos grossos são materiais absorventes que auxiliam na acústica, porém cuidado com o uso excessivo para não deixar a sala “morta”. Painéis absorvedores (qto mais espesso, mais absorve médios e agudos), normalmente, ficam na parte frontal ou nas laterais da sala e difusores ficam no fundo (melhorar o efeito surround). Painéis das marcas Isover e Vibrasom são baratos e DIY (faça-você-mesmo). Existem inúmeros produtos destinados para “afinar” a sala, como tubos de Helmholtz, Bass traps (armadilhas de graves), painéis para teto, etc. Lógico que o mais indicado é que deve ser feito um estudo especializado e detalhado para possibilitar o correto tratamento acústico
- Isolamento Acústico: a única forma de se realmente isolar uma sala é inserir uma sala dentro de outra, criando um espaço entre as duas, assim, como é muito caro, podemos utilizar de técnicas mais simples diminuindo a saída de som para outros ambientes, como: tijolos maciços (até duplos) e blocos preenchidos com areia e lã de rocha entre superfícies envolvidas. Também é interessante instalar feltros ou espumas adesivas nos vãos de portas e janelas ou, se possível, portas duplas. A Revista “Construção do Começo ao Fim” indica: em ambientes internos, use chapa de gesso acartonado/Drywall; para externos, use placa cimentícia; para pisos e tubulações, use manta acústica antivibração (ex: EcoSilenzio); no teto e entre camadas, use lã de vidro ou lã de rocha e forro de gesso
- Pintura de paredes: atrás da TV deve ser de cor escura, preferencialmente preto fosco; as laterais em tons claros/pastéis
- Desenhos: muito bons para se prever eventuais erros. Pode ser feito no bom e velho papel, lápis e régua ou através de programas, como o gratuito SketchUp, onde, rapidamente, aprende-se a projetar em 3D, racks, salas, móveis, etc (pode-se utilizar a ferramenta de busca “get models” ou o 3D Warehouse para baixar itens do seu grande banco de dados). Procure os ótimos tutorias no link e aprenda a utilizar esse ótimo programa. Outro magnífico programa, ainda mais específico para móveis/planos de corte, é o brazuca Promob: quer projetar os móveis da sua casa e a Leo Madeiras corta tudo pra vc? Esse é o programa!
- by Knirsch: "As Quatro Ondas Acústicas:
As Ondas Diretas: São as ondas que, saindo das caixas acústicas sem reflexões em nenhuma das paredes da sala, atingem diretamente o ouvinte. Estas são as ondas mais importantes para se obter uma boa reprodução sonora
As Primeiras Reflexões: São aquelas ondas que saem das caixas e, após se refletirem em uma das paredes, atingem o ouvinte. Portanto, são aquelas ondas que atingem o ouvinte logo após as ondas diretas, apenas após um pequeno espaço de tempo, se confundindo com as ondas diretas. Elas são muito prejudiciais para o resultado final, principalmente em salas pequenas, pois deterioram o palco sonoro, o equilíbrio tonal e a organicidade da reprodução. Uma observação: para não reforçar estas primeiras reflexões, não coloque as caixas muito próximas das paredes
As Ondas Reverberantes: São as ondas que, após se refletirem algumas vezes entre as paredes, atingem o ouvinte. Estas ondas criam um som difuso, retirando a nitidez daquilo que se ouve. Elas são muito prejudiciais em auditórios e teatros, mas, em salas pequenas, um discreto campo reverberante pode até ajudar na formação do palco sonoro. Estas ondas trazem volume ao som, permitindo que o equipamento possa trabalhar num volume mais baixo, uma vez que o som naturalmente já se apresenta numa boa altura
Ondas Estacionárias: São criadas por muitas reflexões de ondas de baixas freqüências (abaixo de 160Hz). São determinadas pelas medidas da sala, ou seja pelo comprimento, largura e altura. Estas ondas precisam ser eliminadas por absorvedores específicos como absorvedores de membrana ou absorvedores de Helmholtz, também chamados de absorvedores de volume."
ELÉTRICA
- Se corretamente instalada reduz harmônicos (%THD), os quais são a “sujeira” produzida pelos próprios aparelhos, transformadores, estabilizadores, etc, de nossas residências e, principalmente, indústrias. O incorreto suprimento de energia pode deixar o som chapado (não permitindo a formação do palco sonoro) e os equipos podem esquentar mais. Obs: não confunda harmônicos da rede elétrica com harmônicos que formam o timbre do som
- Aterramento: existem vários tipos de aterramento conforme a Norma NBR5410: TN-S, TT, TN-C, TN-C-S, IT, cada um com suas vantagens e desvantagens. Basicamente, segundo alguns autores, o esquema TT é melhor para quem está colocando em primeiro lugar a redução de ruídos no áudio, porém não é o mais seguro, obrigando a utilização de DR em áreas molhadas. O TN-S tem a vantagem de também possuir o cabeamento de Neutro e Terra separados após quadro de distribuição, assim, devido à equipotencialização dos fios Terra (PE) e Neutro (devem estar unidos só dentro do “relógio” ou antes do quadro de distribuição) é mais seguro contra choques elétricos. Vale lembrar que esse esquema não deve ser usado onde o neutro é passível de se romper ou seu aterramento não é garantido, assim, verifique sempre o aterramento do neutro (feito pela concessionária de energia). O bom é que será feito apenas um aterramento para todo o sistema elétrico, e também, para sistemas bi e trifásicos, apenas 3 DPS e o DR no quadro de distribuição para proteção de toda a habitação (esquema). Eu, particularmente, prefiro a segurança do TN-S. Leia mais no tópico
- Como se fazer um bom aterramento (necessário no esquema TT): enterre no jardim, formando um triângulo equilátero, 3 barras de cobre (10mm x 3m), distanciando 2m entre elas (ou mais), depois as interligue com cabo flexível grosso (>4mm), fixando com argola/presilha e parafusos (não use solda). Prenda um novo cabo no vértice ou no meio de um dos lados do triângulo e o leve até o terra das tomadas. Pode-se colocar em volta das três hastes uma boa quantidade de sal (em torno de 1kg), molhando-se em seguida o solo
- Para se medir a qualidade do aterramento: com um voltímetro meça a tensão da rede entre a fase e o neutro. Em seguida ligue uma lâmpada normal (aproximadamente 60W) com tensão correta, entre a fase e o terra, e meça a tensão sobre a lâmpada. A lâmpada deve acender com luminosidade normal, como se estivesse ligada entre fase-neutro. Caso a lâmpada venha a acender com luminosidade mais fraca, ou até não venha a acender, o aterramento do terra está insuficiente e não deve ser usado! Compare então as duas tensões medidas e calcule a diferença entre elas, que deve estar entre 2-10V (em redes 110V). Caso não seja, deve-se avaliar o aterramento do neutro. Caso a concessionária de energia aterre o neutro no poste da rua, procure a concessionária para sanar o problema. Se o neutro estiver aterrado na entrada da sua casa, se fará necessário colocar mais uma haste a dois metros da haste de aterramento existente, interligada com a primeira. Isso deverá melhorar a situação e diminuir a diferença entre as tensões fase-neutro e fase-terra (não se esqueça de ligar a lâmpada enquanto estiver medindo). Caso ainda esteja acima de 10V, bata mais 3 estacas e as interligue como na figura abaixo. Caso esteja muito próximo do zero, pode indicar que o terra e neutro estão interligados. Sobre aterramento eletromagnético, leia no ótimo By Knirsch
- Disjuntor e Fiação Exclusiva do padrão (quadro de distribuição) às tomadas do Home Theater: faça o cálculo do total da energia consumida para escolher o calibre do cabo. Ex: um fio de 2.5mm suporta até 21A (se sua energia é 110V, suporta até 2310W; se é 220V, até 4620W). Se sua energia é 110V, utilize fio rígido de 4mm (até 28A: 3100W) ou 6mm (até 36A: 3960W). Para cálculo existe um wattímetro/multímetro caseiro que é barato e simples chamado “Kill A Watt”. Procure no Mercado Livre ou eBay. O Disjuntor deve ser instalado antes do DPS no quadro de energia. Dar preferência à utilização de fusíveis a disjuntores na fiação exclusiva de áudio & vídeo: a impedância de fusível é menor
- DPS (dispositivo que protege contra surto de energia): são geralmente anunciados como “protetores contra raios” e são instalados depois do disjuntor no quadro de entrada, um por fase e um entre terra e neutro para proteção de todo o quadro de energia. São dispositivos de proteção que combinam um MOV (varistor de óxido de zinco) e um dispositivo de desconexão térmica, que absorve os surtos de tensão (o excedente é convertido em calor) e desarma em caso de surtos prolongados. Em caso de raios, o varistor age como uma válvula, que impede a passagem da corrente em direção aos equipamentos, fazendo com que ela seja direcionada ao terra. Assim como no caso dos filtros de linha, o circuito do DPS tem uma vida útil, que varia de acordo com a gravidade e a incidência dos surtos. Todo bom DPS possui um indicador de estado, que fica vermelho quando o circuito é danificado, indicando que ele precisa ser reparado ou substituído. De acordo com o modelo, o DPS pode interromper o circuito quando o MOV atinge o fim de sua vida útil (te deixando sem luz até que ele seja substituído) ou manter o fornecimento elétrico (sem proteção), se limitando a mostrar o indicador vermelho até que você faça a substituição. A desvantagem no segundo caso é que nada impede que você procrastine a substituição até que os surtos danifiquem algum equipamento. A principal observação é que você preste atenção no indicador de serviço e substitua o DPS quando ele ficar vermelho, sem procrastinação. Dois exemplos são a linha VCL da Clamper (que são bastante acessíveis, bons para uso doméstico) e a linha de dispositivos de proteção contra surtos da Siemens. Deve ser instalado antes do DR no quadro de energia. Recomendado: 45kA (ou mais), 275V, marca Clamper ou Siemens
- DR (evita choques elétricos): os dispositivos DR (diferencial residual) protegem contra os efeitos nocivos das correntes de fuga a terra garantindo uma proteção eficaz tanto à vida dos usuários quanto aos equipamentos. A função do DR é detectar diferença entre correntes e abrir o circuito caso a diferença seja maior do que sua sensibilidade. Atua conforme a diferença de corrente entre os polos. Há um toróide dentro do invólucro que, para cada pólo de entrada (fases e, quando tem, neutro), há uma bobina envolvendo o toróide. Dentre estas, há uma bobina auxiliar ligada a um relé (que faz a interrupção). Se houver diferenças entre as correntes que entram no DR (acima do limite), haverá um resíduo de fluxo magnético no toróide que induzirá uma tensão (e, consequentemente, uma corrente) na bobina auxiliar, alimentando o relé e desarmando o DR. O dispositivo apenas detecta correntes residuais, ele não atua em sobrecargas ou curto-circuito. Há modelos disjuntores DR que atuam contra curto-circuito, sobrecarga e corrente residual. A ligação do DR deve ser feita com as fases e o neutro (quando houver). Vale lembrar que o condutor de proteção (exceto o PEN - neutro e terra conjugado) não entra no DR, senão ele seria incapaz de detectar justamente a corrente de fuga. Vale lembrar que corrente de fuga oriunda de choque elétrico (fase-terra) sempre é detectada pelo DR, se acima de sua sensibilidade. O DR não pode ser instalado em qualquer tipo de instalação, dependerá do esquema de aterramento adotado. No esquema TT pode-se utilizá-lo, visto que o condutor de proteção (onde a corrente de fuga passará) não passa pelo DR. O DR deve ser instalado em áreas sujeitas a lavagens (chão molhado), por exemplo, cozinha, área de serviço e banheiro, e em tomadas externas à edificação. A norma NBR5410 também prescreve a separação dos circuitos de iluminação e tomadas, auxiliando, de modo decisivo, na implementação das medidas de proteção adequadas contra choques elétricos, como a instalação do DR. Recomendado: mesma amperagem do Disjuntor, tetrapolar em redes bi e trifásicas, 30mA, marca Siemens
- ESQUEMA SIMPLIFICADO
Baixar em melhor resolução: http://www.mediafire.com/i/?pv41bcmzp5ndozd
- Sequência correta no quadro: Disjuntor Geral -> DPS -> DR -> Disjuntores/Fusível NH -> tomadas
Dar preferência à utilização de fios sólidos a flexíveis na fiação dedicada: menor fluxo de harmônicos
Nunca utilizar no mesmo circuito energia com iluminação para evitar interferências e estalidos
Evitar soldas nas emendas devido terem maior resistência que contatos feitos por pressão
- Condicionadores de Energia: a utilização é recomendada. Exemplos: Belkin FP60, Panamax M5300-PM e Powerlines. Alguns desses fazem tudo o que precisamos: filtragem dos harmônicos; correção do fator de potência (evitar defasagem muito alta entre corrente e a tensão); eliminação de transitórios e de spikes; proteção contra raios e anomalias; proteção contra sobretensões e sobtensões; indicação de aterramento e correto neutro. Marcas:
Panamax, Upsai, <a class=“externalLink ProxyLink” rel=“nofollow” href=“http://www.clamper.com.br/” target=“_blank” data-proxy-href=“proxy.php?link=http%3A%2F%2Fwww.clamper.com.br%2F&hash=b5c89d26525dafeb9caba95ccf474020” style="color: #0621a9; text-decoration: underline; border-radius: 5px; padding: 0px 3px; mar





































