Qual dos dois é o melhor? Contando que os dois estejam em bom estado e funcionando tudo perfeito.
É um assunto tão batido, mas tão batido, que se tornou chato. Hoje, os dois são completamente ultrapassados, e ainda mais sabendo-se que com R$ 2.000,00 reais é possível comprar um Rega ou um Pro-Ject usado, com tecnologia 40 anos a frente.
E sem contar manutenção e reposição de peças.
O ACM sabe! Vintage aqui em casa, chega eu…
Antunes, eu imagino que seja realmente chato pra quem tá a 20, 30, 40 anos no hobby a discussão sobre certas questões. No meu caso eu entrei no hobby a 2, 3 anos. Nunca pesquisei isso e apareceu uma oportunidade de adquirir um DD1 sendo que eu tenho o outro. Se fosse o antigo HtForum tenha certeza de que não viria aqui perguntar, passaria pela pesquisa no fórum e com certeza meu questionamento ia aparecer, o que não é o caso aqui.
Outra coisa…um DD1 ou um TD5000 não custam 2 mil reais, custam menos, e esses novos que você citou estão longe de 2 mil reais também. Rega 3 tá vários dígitos fora disso, pro ject ainda acha uns debut carbon a 4k, usados. O mais barato que encontrei nos últimos tempos tava 3400 e era um preço surreal pra o que andavam pedindo. Não estou com dinheiro agora pra investir em um desses e gostaria REALMENTE de saber das opções que eu tenho se vale eu ficar quieto com o meu ou trocar pelo outro. TD novo na faixa de preço desses antigos que citei hoje em dia só o AT-LP60. Pra comprar uma bomba dessas melhor seria rodar o LP logo em uma manivela e colocar um palito de dente de agulha.
[QUOTE username=Antunes Carlos de Morais userid=7348257 postid=1322072375]É um assunto tão batido, mas tão batido, que se tornou chato. Hoje, os dois são completamente ultrapassados, e ainda mais sabendo-se que com R$ 2.000,00 reais é possível comprar um Rega ou um Pro-Ject usado, com tecnologia 40 anos a frente.
E sem contar manutenção e reposição de peças.[/QUOTE]
Te achei aqui, hahaha!
Lucas, te aconselho ficar com o TD-5000, os dois são praticamente a mesma coisa. O que muda é poucas coisas, como acabamento da tampa. O que mais pode diferenciar é o lift, já que o do DD1 é todo eletrônico, onde passa fios por debaixo daquele sensor que podem gerar interferência.
Ambos tem o mesmo effective lenght, 237mm. Antes suspeitavam que o DD1 tinha 222mm, mas ajustando o overhang em 15mm e medindo o effective, dá 237 na mosca!
Ambos possuem braço Jelco também. Seria quase que trocar seis por meia dúzia.
Não tem nadinha parecido entre o DD-1 Gradiente e o TD 5000 Polyvox. Os dois usam braço Jelco, mas são completamente diferentes. e ambos tem os prós e os contras.
- O braço do TD 5000 Polyvox é infinitamente superior. Ponto para o TD 5000.
02) O sistema de acionamento de lift manual do TD 5000 Polyvox é melhor. Ponto para o TD 5000.
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O motor do DD-1 (Pioneer), é infinitamente superior ao JVC usado pelo TD 5000 Polyvox. Ponto para o DD-1
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O prato do DD-1 Gradiente, (Pioneer), é infinitamente superior ao JVC usado pelo TD 5000.Ponto para o DD-1.
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O projeto interno do DD-1, é muito mais avançado. Ponto para o DD-1.
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O sistema de comandos do DD-1 é melhor. Ponto para o DD-1.
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O tapete de borracha do DD-1 (Pioneer), é infinitamente superior. Ponto para o DD-1
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A posição de montagem do transformador do TD 5000 é melhor que no DD-1.Ponto para o TD 5000. Mas, o DD-1 tem um transformador infinitamente superior e ele pode ser montado em uma base separada. Ponto para o DD-1
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A fonte do DD-1 é superior. Ponto para o DD-1
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O DD-1 é bem mais pesado e tem uma base muito mais avançada e melhor projetada, o que permite que ela seja completamente restaurada e a montagem é tem um projeto muito melhor e bem mais fácil. Ponto para o DD-1.
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O DD-1 usa soldas em excesso. Ponto para o TD 5000 Polyvox. Mas se quem for restaurar tiver noção, ele pode eliminar 20 soldas que atrapalham demais o caminho do som até os terminais RCA traseiros do DD-1 Pioneer, (ops, Gradiente). A porcaria de placa usada pelo DD-1 que distribui as ligações dos cabinhos internos do braço, e dos terminais traseiros, pode ser extinta, e os cabinhos podem ser ligados diretamente aos RCA traseiros, proporcionando melhor qualidade. Ponto para o DD-1.
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O DD-1 apresenta uma pequena oscilação no strobo e na velocidade. É muito difícil ajustar um DD-1 para que ele fique com a rotação 100%. E no TD 5000, isso é possível. Ponto para o TD 5000.
O grande problema dos dois toca-discos na atualidade. São ultrapassados e a reposição de peças, a cada dia que passa, estámuito complicada, Para não dizer quase impossível. Estou com DD-1 parados aqui, pois o conserto somado ao que o cara pagou pelo toca-discos, sai mais caro que um toca-discos novo.
Gosto dos Rega e Pro-ject. Ambos simples e robustos, mas confesso que não gostaria de fazer mudança de velocidade removendo o prato e mudando a correia de posição e nem de desembolsar R$1.000,00 por uma speed box externa. NMHO, nada prático.
Eu ia dizer que o meu TD5000 é com motor Matsushita, mas não mudaria muita coisa. Parece que o DD1 é bem superior mesmo, como imaginei. Claro, se tiver em bom estado, e sabendo que pode tomar ferro tentando restaurar. Não é questão de lógica, é questão de fetiche mesmo. Se fosse pela lógica ninguém teria equipamento antigo. É só trabalho e dor de cabeça.
[QUOTE username=Antunes Carlos de Morais userid=7348257 postid=1322085561]Não tem nadinha parecido entre o DD-1 Gradiente e o TD 5000 Polyvox. Os dois usam braço Jelco, mas são completamente diferentes. e ambos tem os prós e os contras.
- O braço do TD 5000 Polyvox é infinitamente superior. Ponto para o TD 5000.
02) O sistema de acionamento de lift manual do TD 5000 Polyvox é melhor. Ponto para o TD 5000.
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O motor do DD-1 (Pioneer), é infinitamente superior ao JVC usado pelo TD 5000 Polyvox. Ponto para o DD-1
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O prato do DD-1 Gradiente, (Pioneer), é infinitamente superior ao JVC usado pelo TD 5000.Ponto para o DD-1.
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O projeto interno do DD-1, é muito mais avançado. Ponto para o DD-1.
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O sistema de comandos do DD-1 é melhor. Ponto para o DD-1.
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O tapete de borracha do DD-1 (Pioneer), é infinitamente superior. Ponto para o DD-1
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A posição de montagem do transformador do TD 5000 é melhor que no DD-1.Ponto para o TD 5000. Mas, o DD-1 tem um transformador infinitamente superior e ele pode ser montado em uma base separada. Ponto para o DD-1
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A fonte do DD-1 é superior. Ponto para o DD-1
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O DD-1 é bem mais pesado e tem uma base muito mais avançada e melhor projetada, o que permite que ela seja completamente restaurada e a montagem é tem um projeto muito melhor e bem mais fácil. Ponto para o DD-1.
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O DD-1 usa soldas em excesso. Ponto para o TD 5000 Polyvox. Mas se quem for restaurar tiver noção, ele pode eliminar 20 soldas que atrapalham demais o caminho do som até os terminais RCA traseiros do DD-1 Pioneer, (ops, Gradiente). A porcaria de placa usada pelo DD-1 que distribui as ligações dos cabinhos internos do braço, e dos terminais traseiros, pode ser extinta, e os cabinhos podem ser ligados diretamente aos RCA traseiros, proporcionando melhor qualidade. Ponto para o DD-1.
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O DD-1 apresenta uma pequena oscilação no strobo e na velocidade. É muito difícil ajustar um DD-1 para que ele fique com a rotação 100%. E no TD 5000, isso é possível. Ponto para o TD 5000.
O grande problema dos dois toca-discos na atualidade. São ultrapassados e a reposição de peças, a cada dia que passa, estámuito complicada, Para não dizer quase impossível. Estou com DD-1 parados aqui, pois o conserto somado ao que o cara pagou pelo toca-discos, sai mais caro que um toca-discos novo.[/QUOTE]
São robustos mesmo Filipe? Pesados, estáveis…eu nunca vi um de perto mas esses belt drives de entrada de hoje em dia, pelo menos pelas fotos parecem ser tão molenguinhas. Tipo, da pra pegar um mk2, ou aquele 1240 da audiotechnica por bem menos que o preço deles, e parecem bem mais robustos e firmes, apesar deu achar meio feios.
Está enganado. Um Rega e um Pro-Ject são bem mais robustos do que aquela base medíocre do TD 5000 Polyvox.
Quanto ao DD-1 Gradiente, ele é hipnotizante, um dos toca-discos mais lindos de todos os tempos. Se você comprar um DD-1 em perfeito estado e funcionando, por uns R$ 800/1.000,00 reais. mesmo com a base começando a esfarelar e quiser gastar uma boa grana, você terá um toca-discos para uns 30 anos. Vai mandar fazer uma base, em MDF inglês de boa qualidade (R$ 200,00 reais), e mandar cobrir com rádica (R$ 200,00 reais), ou laminado (R$ 100,00 reais). Vai trocar os conectores RCA traseiros, que são uma bost@, e trocar por Cardas (R$ 150,00 reais), os mais baratos. Vai trocar a fiação interna do braço, e colocar Cardas, (R$ 350,00 reais) que são os mais baratos. Vai trocar todos os Capacitores, inclusive o da fonte. Se optar por capacitores de melhor qualidade, (R$ 200,00 reais). E também vai trocar a fiação interna do aparelho que é de 1.978, mais as arruelas e parafusos. Tem colocar parafusos/arruelas zincados ou inox, mas isso é baratinho, (R$ 50,00 reais). É bom também revestir a base com massa de pedra batida (R$ 50,00 reais). Quem for fazer esse serviço, vai cobrar uns R$ 500,00 reais, afinal mexer nesse braço é dose para rinoceronte branco. E ainda tem que limpar e lubrificar eixo, e fazer todos os ajustes no aparelho. Somando tudo já foram R$ 2.700,00 reais. E isso é só o básico, pois se quiser fazer bem feito e retirar o transformador e a fonte de dentro da base, eliminando assim qualquer tipo de ruído que o conjunto braço/motor/prato possa captar vai gastar mais uns R$ 150,00 reais. E mais uns 300 reais de 2 fretes. Aí sim, após uma peleja de 120 dias, você terá um DD-1 pronto para durar mais um bom tempo, (desde que os CI’S controladores não estraguem. É fetiche ou burrice das grandes?.
[QUOTE username=lucasribeiro2 userid=7347093 postid=1322090686]São robustos mesmo Filipe? Pesados, estáveis…eu nunca vi um de perto mas esses belt drives de entrada de hoje em dia, pelo menos pelas fotos parecem ser tão molenguinhas. Tipo, da pra pegar um mk2, ou aquele 1240 da audiotechnica por bem menos que o preço deles, e parecem bem mais robustos e firmes, apesar deu achar meio feios.
[/QUOTE]
O AT-LP1240 também é uma excelente pedida. Direct Drive controlado a quartzo com 3 velocidades e um bom braço. Já a MK2 vc fica sujeito aos mesmos problemas potenciais do Polyvox e Gradiente devido aos desgastes.
Tenho num segundo set um Polyvox TD 6000, não incomoda.
Sim, com certeza. Ainda tem aquele Pioneer plx, se não me engano, 1000. Ele eu lembro do pessoal reclamar no antigo HtForum que tinha uma folga no braço, ou algo assim. Não sei se a empresa já consertou isso.
[QUOTE username=Filipe Beuttenmüller Tolhuizen filipetolhuizen userid=7348294 postid=1322091697]
O AT-LP1240 também é uma excelente pedida. Direct Drive controlado a quartzo com 3 velocidades e um bom braço. Já a MK2 vc fica sujeito aos mesmos problemas potenciais do Polyvox e Gradiente devido aos desgastes.[/QUOTE]
Eu não entendi a parte dos dois fretes. Bem, de toda forma Antunes, não precisa a pessoa fazer TUDO isso de uma vez. A restauração pode ser feita aos poucos. No caso, hoje em dia, um DD-1 em bom estado, com tudo funcionando num nível “pede uma restauração pra ficar zerado e perfeito mas tá funcionando bem e permite você ligar ele imadiatamente e começar a curtir”, tá por volta de 1400 se achar barato, até 1800. Se essa é a grana que o cara tem pra investir, e ponto final, dos novos, como eu te disse, ele pega um atlp 60 da audiotechnica, aquela piada de mal gosto…toca discos de brinquedo. Nesse caso, melho seria pegar um DD-1, mesmo não estando todo restaurado, perfeito do jeito que você citou, mas funcionando bem. Vai tocar muito melhor que aquela porcaria da AT. O objetivo da pessoa pode ser usar de trampolim (vender mais a frente, investir uma grana a mais pegar um melhor) ou a pessoa pode ter o fetiche sim com a coisa antiga e fazer questão de restaurar. O cara é saudosista, entusiasta de equipamento antigo. Equipamento novo não dá o mínimo tesão no cara, independente dele ter a consciência da superioridade tecnológica da coisa. Tem pessoas e pessoas.
No meu caso eu tenho um técnico de confiança na minha cidade que é meu amigo inclusive. Se a pessoa não tiver na sua cidade ninguém especializado em equipamento vintage não tem nem sentido começar a mecher com isso. Um amigo desistiu de um marantz 4400 porque na cidade dele ninguém trabalhava com isso. Tinha que mandar pra SP, todo BO que aparecia e o cara mora no Pará. Aí é fim de carreira.
[QUOTE username=Antunes Carlos de Morais userid=7348257 postid=1322090925]Está enganado. Um Rega e um Pro-Ject são bem mais robustos do que aquela base medíocre do TD 5000 Polyvox.
Quanto ao DD-1 Gradiente, ele é hipnotizante, um dos toca-discos mais lindos de todos os tempos. Se você comprar um DD-1 em perfeito estado e funcionando, por uns R$ 800/1.000,00 reais. mesmo com a base começando a esfarelar e quiser gastar uma boa grana, você terá um toca-discos para uns 30 anos. Vai mandar fazer uma base, em MDF inglês de boa qualidade (R$ 200,00 reais), e mandar cobrir com rádica (R$ 200,00 reais), ou laminado (R$ 100,00 reais). Vai trocar os conectores RCA traseiros, que são uma bost@, e trocar por Cardas (R$ 150,00 reais), os mais baratos. Vai trocar a fiação interna do braço, e colocar Cardas, (R$ 350,00 reais) que são os mais baratos. Vai trocar todos os Capacitores, inclusive o da fonte. Se optar por capacitores de melhor qualidade, (R$ 200,00 reais). E também vai trocar a fiação interna do aparelho que é de 1.978, mais as arruelas e parafusos. Tem colocar parafusos/arruelas zincados ou inox, mas isso é baratinho, (R$ 50,00 reais). É bom também revestir a base com massa de pedra batida (R$ 50,00 reais). Quem for fazer esse serviço, vai cobrar uns R$ 500,00 reais, afinal mexer nesse braço é dose para rinoceronte branco. E ainda tem que limpar e lubrificar eixo, e fazer todos os ajustes no aparelho. Somando tudo já foram R$ 2.700,00 reais. E isso é só o básico, pois se quiser fazer bem feito e retirar o transformador e a fonte de dentro da base, eliminando assim qualquer tipo de ruído que o conjunto braço/motor/prato possa captar vai gastar mais uns R$ 150,00 reais. E mais uns 300 reais de 2 fretes. Aí sim, após uma peleja de 120 dias, você terá um DD-1 pronto para durar mais um bom tempo, (desde que os CI’S controladores não estraguem. É fetiche ou burrice das grandes?.[/QUOTE]
A parte dos dois fretes é a seguinte. Quem mandar um DD-1 para restaurar vai pagar o frete de envio e quando ele ficar pronto, vai pagar outro frete. E quando fica pronto, eu até recomendo não enviar pelos correios, especialmente se a base for coberta com rádica, ou perolizada/laqueada. Eu sempre avisava isso aos que mandavam DD-1 para restaurar.
@lucasribeiro2, em 2.014 quando eu decidi a me mudar para a zona rural, (quando a casa ficou pronta), a minha mulher fez algumas exigências. E a primeira delas era para que eu desse um jeito de não trazer tantos aparelhos para a nova casa. Eu entendi o lado dela, afinal a minha casa no centro era uma bagunça. Tinha 4 sets montados, incluindo um System One completo, e aparelhos em cima dos guarda-roupas, em uma garagem que eu não usava, mas que ficou lotada de aparelhos, além de alguns que ficavam na casa da minha mãe. Eu tinha 28 toca-discos, e era apaixonado por um McIntosh. Comecei a vender aparelhos. Em pouco tempo eu vendi os 12 DD-1 alguns Technics, alguns RP-II incluindo dois dos mais lindos que eu fiz pra mim, Toshiba, Sony, Philips, e outros que eu tinha aqui. Fiquei com 6 toca-discos. Receiver eu vendi aquele monte de Sansui que eu tinha e fiquei apenas com um Pioneer SX-1980. E desde então eu decidi não comprar mais aparelhos. Peguei os McIntosh, e fiquei apenas restaurando e vendendo o que estava sobrando por aqui. Mas eis que no ano passado, andando pela Olegário Maciel em BH, eu dei de cara com um DD-1 Gradiente que parecia nem ter sido usado. estava brilhando de tão novo. Tive que comprar esse DD-1 Gradiente. De tão novo eu até arrumei uma caixa de papelão com isopor para trazê-lo pra casa. E esse ano, eu peguei um Philips GA-312 que também está impecável. Esse eu praticamente ganhei pois estava em um topa tudo. Mas eu estou com 4 DD-1 aqui para restaurar e já faz um bom tempo. Cada um tem um “pequeno” problema, (pequeno problema que se tornou gigantesco). Um deles não tem o imã controlador liga/desliga, outro tem uma peça de encaixe que quebrou ali perto da torre, outro quebrou o encaixe do chicotinho do shell, e outro está com problemas nos CI’S controladores. Para consertá-los seriam necessários pelo menos quatro DD-1 com o braço perfeito. Ou então 3 braços completos e um DD-1 que estivesse ao menos ligando. Os quatro celeiros de peças usadas de BH, encerraram as atividades em 2.018. Eu já liguei para o pessoal que eu conheço lá da região da Andradas em São Paulo, e ninguém tem essas peças. Em BH tem dois DD-1 usados para vender. Você já deve imaginar o preço não é mesmo?. Os caras pedem 1.500 reais por um DD-1 que não vale 500. Estão funcionando, esse é o argumento que os “vendedores” usam. E provam por A + B que estão funcionando. Estão funcionando mas a aparência dá arrepios. E aí começa o problema que eu já relatei. Todos esses DD-1 que estão aqui, já custaram acima dos mil reais. O cara vai pagar mais 1.500 reais, mas a manutenção e mais o frete, só para dizer que tem um DD-1 Gradiente funcionando. E quem mexe com aparelhos velhos como eu mexi durante muitos anos, não aconselha mais ninguém a comprar um aparelho velho e caro. E não é só toca-discos. Aqui em casa tem um receiver Hitachi, do Jerônimo do HT Fórum. O bicho pesa “apenas” 28 kg. Precisa de dois CI’S MIP 0222 Y9. Pesquise aí para ver se encontra em Júpiter, pois na terra não existe. E é uma usina de som. Está como se fosse novo. E é duro não poder aproveitar nem a seção amplificadora do bicho. Tem um integrado Akai que foi do Marcão. Só os VU’s analógicos amarelados já deixam o aparelho lindo Não existem transistores de saída pra ele. tentamos dois substitutos equivalentes (e caros), mas esquentaram em menos de uma hora. tem que desligar para não torrar o aparelho por completo. E aqui tem também um Onkyo Four, um toca-discos Hitachi com defeito no sensor do automático, um integrado monstro Delphi que também não tem peças. E eu já devolvi alguns outros. E é por isso que de toca-discos antigos, hoje eu só recomendo o Sony PS-11BS que tem um projeto simples, de fácil manutenção e equipado com uma boa cápsula, não decepciona, ou o RP-II Gradiente. Caso contrário, melhor um Rega ou um Pro-Ject que se apresentar algum defeito, será apenas um motor queimado, e isso o Fred ou o André envia para você no outro dia.
[QUOTE username=lucasribeiro2 userid=7347093 postid=1322092229]Sim, com certeza. Ainda tem aquele Pioneer plx, se não me engano, 1000. Ele eu lembro do pessoal reclamar no antigo HtForum que tinha uma folga no braço, ou algo assim. Não sei se a empresa já consertou isso.
[/QUOTE]
O meu não veio com essa folga.
@lucasribeiro2, e esse negócio de restaurar um toca-discos “aos poucos”, não existe. Tem que começar e acabar. Ou então é melhor nem começar uma restauração.
Sobre o problema no Pioneer PLX-1000, o problema foi apenas nas primeiras mil unidades. A fábrica já sanou esse modelo. Parece que a Pioneer ficou com inveja da porcaria que Audio Technica fez com o AT-120, e quis fazer uma asneira.
O Audio Technica AT 1240 é um tanque de guerra.
Eu entendo. Eu tenho um Marantz 2285b aqui, lindo de morrer, tanque de guerra, em “perfeito estado”. Mas começou a dar um desbalanço nos canais que tá tirando meu sono. Da primeira vez parecia ser na sessão de pré. Foram substituídos uns capacitores e tudo ficou bem. Uma semana depois empenou de novo pra esquerda, a voz e a caixa da bateria iam pra esquerda. O técnico viu no osciloscópio e me disse que eram em algumas frequências o problema, não em tudo. Aí arrumamos k Power dessa vez que eu fiz uns testes e cheguei à conclusão que era na etapa de potência. Moral da história, já foi 3 vezes pra lá, volta perfeito e de 2 dias a uma semana depois empena de novo e ninguém sabe o que tá acontecendo. Já tô voltando com ele de novo, e já tô de saco cheio. Eu falo isso pra todo mundo que quer ter aparelho antigo, “é um pé no saco”.
[QUOTE username=Antunes Carlos de Morais userid=7348257 postid=1322094604]@lucasribeiro2, em 2.014 quando eu decidi a me mudar para a zona rural, (quando a casa ficou pronta), a minha mulher fez algumas exigências. E a primeira delas era para que eu desse um jeito de não trazer tantos aparelhos para a nova casa. Eu entendi o lado dela, afinal a minha casa no centro era uma bagunça. Tinha 4 sets montados, incluindo um System One completo, e aparelhos em cima dos guarda-roupas, em uma garagem que eu não usava, mas que ficou lotada de aparelhos, além de alguns que ficavam na casa da minha mãe. Eu tinha 28 toca-discos, e era apaixonado por um McIntosh. Comecei a vender aparelhos. Em pouco tempo eu vendi os 12 DD-1 alguns Technics, alguns RP-II incluindo dois dos mais lindos que eu fiz pra mim, Toshiba, Sony, Philips, e outros que eu tinha aqui. Fiquei com 6 toca-discos. Receiver eu vendi aquele monte de Sansui que eu tinha e fiquei apenas com um Pioneer SX-1980. E desde então eu decidi não comprar mais aparelhos. Peguei os McIntosh, e fiquei apenas restaurando e vendendo o que estava sobrando por aqui. Mas eis que no ano passado, andando pela Olegário Maciel em BH, eu dei de cara com um DD-1 Gradiente que parecia nem ter sido usado. estava brilhando de tão novo. Tive que comprar esse DD-1 Gradiente. De tão novo eu até arrumei uma caixa de papelão com isopor para trazê-lo pra casa. E esse ano, eu peguei um Philips GA-312 que também está impecável. Esse eu praticamente ganhei pois estava em um topa tudo. Mas eu estou com 4 DD-1 aqui para restaurar e já faz um bom tempo. Cada um tem um “pequeno” problema, (pequeno problema que se tornou gigantesco). Um deles não tem o imã controlador liga/desliga, outro tem uma peça de encaixe que quebrou ali perto da torre, outro quebrou o encaixe do chicotinho do shell, e outro está com problemas nos CI’S controladores. Para consertá-los seriam necessários pelo menos quatro DD-1 com o braço perfeito. Ou então 3 braços completos e um DD-1 que estivesse ao menos ligando. Os quatro celeiros de peças usadas de BH, encerraram as atividades em 2.018. Eu já liguei para o pessoal que eu conheço lá da região da Andradas em São Paulo, e ninguém tem essas peças. Em BH tem dois DD-1 usados para vender. Você já deve imaginar o preço não é mesmo?. Os caras pedem 1.500 reais por um DD-1 que não vale 500. Estão funcionando, esse é o argumento que os “vendedores” usam. E provam por A + B que estão funcionando. Estão funcionando mas a aparência dá arrepios. E aí começa o problema que eu já relatei. Todos esses DD-1 que estão aqui, já custaram acima dos mil reais. O cara vai pagar mais 1.500 reais, mas a manutenção e mais o frete, só para dizer que tem um DD-1 Gradiente funcionando. E quem mexe com aparelhos velhos como eu mexi durante muitos anos, não aconselha mais ninguém a comprar um aparelho velho e caro. E não é só toca-discos. Aqui em casa tem um receiver Hitachi, do Jerônimo do HT Fórum. O bicho pesa “apenas” 28 kg. Precisa de dois CI’S MIP 0222 Y9. Pesquise aí para ver se encontra em Júpiter, pois na terra não existe. E é uma usina de som. Está como se fosse novo. E é duro não poder aproveitar nem a seção amplificadora do bicho. Tem um integrado Akai que foi do Marcão. Só os VU’s analógicos amarelados já deixam o aparelho lindo Não existem transistores de saída pra ele. tentamos dois substitutos equivalentes (e caros), mas esquentaram em menos de uma hora. tem que desligar para não torrar o aparelho por completo. E aqui tem também um Onkyo Four, um toca-discos Hitachi com defeito no sensor do automático, um integrado monstro Delphi que também não tem peças. E eu já devolvi alguns outros. E é por isso que de toca-discos antigos, hoje eu só recomendo o Sony PS-11BS que tem um projeto simples, de fácil manutenção e equipado com uma boa cápsula, não decepciona, ou o RP-II Gradiente. Caso contrário, melhor um Rega ou um Pro-Ject que se apresentar algum defeito, será apenas um motor queimado, e isso o Fred ou o André envia para você no outro dia.[/QUOTE]