Na verdade atualmente estou com as Paradigm Mini Monitor…Estou curtido bastante, mas o bug do upgrade está me rondando de novo. Então, estou pensando em alternativas, e as marcas que me vem à mente são Paradigm, Energy, Focal, Triangle, JBL, KEF e Epos. Mas pra variar estou mais perdido do que revolver na mão de macaco.
São caixas de características bem diferentes.
Na faixa das Mini Monitor, dependendo da versão das suas, me lembro que tinham as Titan Monitor também, ambas bem marcadas pela resposta de graves. Costumavam indica-las para home Theater exatamente por causa dessa característica. Por terem um som mais encorpado. Mais indicadas também para rock, pop, eletrônica, etc.
Triangle, bem diferente. Tweeter horn loaded, ou seja, tem um tipo de arranjo de montagem parecido com corneta. Ele tem dispersão guiada. Porém conseguem ser ao mesmo tempo muito musicais. Adoro o som delas, mas acho que são mais indicadas pra música clássica, jazz, vocais, etc.
Em breve comento aqui sobre as outras que citou. Tô fazendo a janta kkkkkkkkkkk
Show…kkkkk
Minhas Paradigm sao as mini monitor v.5. As Triangle que estão na minha mira sao as Br02, as queridinhas do momento. Focal sempre tive muita curiosidade nas Chorus, mas os graves seriam meio Light. JBL Studio 530, a book mais bizarra que já vi, porém nunca ouvi. Paradigm pra fazer um upgrade nas minhas atuais acho que seria a Studio 20. E a Epos, recentemente trouxe uma ELS3, que adorei, mas ficou devendo no quesito graves. Talvez uma M5I ou a M12 sejam upgrades naturais da ELS3. Por fim, Kef…Muito se fala das Q150 e 350, mas há quem diga que panela velha, Iq30, é que faz comida boa.
Então, pro seu gosto, que acredito, pelo que a gente já conversou antes, esteja mais voltado pra rock, você está bem servido. Hoje falam bem da Klipsch RP-600M pra esse estilo.
Energy é canadense e mesma escola da Paradigm no geral. Só ouvi um modelo muitos anos atrás e lembro que tocava parecido. Era coisa de entrada, intermediária. Não era linha top.
Dentre todas essas eu ficaria onde você está mesmo. Não apostaria nas KEFs citadas. Até hoje ouvi uns 4 modelos da marca e apenas um me seduziu, que foi a Reference 205/2. O resto achei um som meio xoxo, sem emoção.
O que você sente falta e qual estilo você está ouvindo?
Nas Mini Monitor não sinto falta, pelo contrário. As vezes acho que os médios agudos estão um pouquinho mais pra frente do que gostaria. Não acho que seja banda de frequência, mas sim soudstage. Tenho ouvido muito rock e hard rock mesmo e blues e um pouco de música clássica. Eu já tive as Klipsch Rb61 e achei muito bright, até para os meus padrões… Nem para as Studio 20 vc não migraria? E por que descartou Epos, Focal e JBL?
Bright demais pode ser bastante coisa. Casamento, tipo de Tweeter, acústica, etc.
Você tem tratamento acústico?
Qual eletrônica usa?
Uso uns bass traps nos cantos das paredes e tapetes. Eletrônica uso Emotiva Pré e Power. Hoje em dia tenho ido na direção de um som mais equilibrado, mas nunca pro warm. E tenho valorizado mais imagem e soudstage. Eu gostei muito das Epos nesses quesitos.
Quando a gente entra nessa praia de palco, ambiência, etc, não é o forte das gravações de Rock. Infelizmente pra todos os gêneros somos escravos das gravações e rock, de uma forma geral, tem gravações péssimas. Tente fazer mais uns testes com posicionamento de caixas e painéis acústicos nas primeiras reflexões. Isso ajuda bastante.
De forma geral, o que vc está sinalizando é que eu estou bem servido com as MM v5?
Acho que sim. Pro que você ouve e pro equipamento que tem acho que sim. Mas pra diagnosticar melhor teria que saber mais detalhes, tamanho do ambiente, etc.
Na verdade o melhor seria ouvir mesmo pra poder falar melhor.
Estive pensando aqui…
Que bom que você só tem o palco sonoro te incomodando. Geralmente audiófilo tem muito mais coisas enchendo o saco kkkkkkkkkkk.
Tente mexer com posicionamento. Vai mudar o palco e também pode (em conjunto com o tratamento das primeiras reflexões) diminuir a estridencia.
Como é a sua elétrica e como são alimentados os eletrônicos aí?
Essa é a vantagem de nao ter pretensões audiófilas…poucas coisas pra se incomodar…kkkk
Na verdade incomodando não é a palavra, mas sim que poderia melhorar…Na verdade, quando ouvi a Epos ELS3, uma das primeiras mudanças que percebi, logo de cara, foi justamente a questão de como elas reproduzem o som de um modo muito mais “organizado” e bem composto…é como se todos os instrumentos estivessem em seu perfeito lugar…Então, levando em conta que a sala se manteve a mesma, dá pra dizer que a caixa per se fez já uma diferença em como o som se espalhou pela sala. Sendo bem honesto, não tenho a menor paciencia para tratar acústica decentemente, e tampouco mexer com eletrica e esse tipo de “preocupação audiófila”. Já parto logo pro que sei que vai mudar as coisas mais drasticamente, ou seja, amps e caixas. Pra não dizer q não uso nada, uso um filtro de linha da Philips que trouxe numa das viagens que fiz…hehehe
Legal a experiência com as Epos.
Eu também fiquei muitos anos ouvindo várias caixas diferentes, até ouvir uma Dynaudio.
Minha procura estava encerrada (momentaneamente).
Tá aí o cara que tem o grande potencial de ser um vilão no seu sistema. Esse filtro da Philips.
Se livra dele o mais rápido possível e pluga a eletrônica direto na tomada.
Não tem como…kkkk tem muito aparelho aqui pra pouca tomada…
Eu também uso filtro, um específico para áudio.
Nunca senti que ele atrapalhasse, mas se você puder nos dar uma ideia do que ocorre, seria legal.
Resumindo, degradam o sinal. Perde-se muito ali, pois usam componentes de baixa qualidade.
Qual o sentido de colocar um filtro com tomadas de latão, indutores e outros componentes de baixa qualidade, quando se tem cabos com conectores com liga própria pra audio, quando de tem componentes selecionados dentro da eletrônica (player, dac, etc)?
Até mesmo os específicos para audio, salvo quando se tem problemas mais graves, tipo queda brusca de tensão, tensão muito fora dos parâmetros, eu acredito que também degradem o sinal. Até hoje nunca ouvi um sistema com filtros tocar além do sistema que é minha referência. E já ouvi sistemas que custam MUITO mais.
As implementações na elétrica devem ser pontuais e com muito cuidado. Já vi, ouvi e fiz muita coisa que simplesmente acaba com o som.
Um exemplo, usar solda na ponta dos cabos ligados à seccionadora.
E por aí vai…
Os críticos (audio) você pode colocar em tomada separada do resto.
Bem, eu tenho o mesmo problema do kilglas, mais aparelhos que tomadas.
Teve uma época que ligava somente o Power direto na parede, durante muito tempo ficou assim.
Lembro que fiz um teste certa ocasião e, se houve alguma diferença, foi marginal.
Mas depois da grana que investi no pré e power novos, nem pensar em ligar direto!
E só deixo na tomada se eu estiver em casa** e não tiver tempestade com raios, caso contrário, já tiro tudo da tomada.
Mas agora que tenho tudo diferente, eletrônica e caixas, vou até testar para, no mínimo, matar a curiosidade.
** pós pandemia fico bastante em casa