Clube KEF

Já testei por alguns dias uma LS50 em meu sistema, mas nunca ouvi um book da linha Q. Mesmo assim diria com facilidade que a LS50 seria upgrade certo.

Porém, é preciso analisar as circunstâncias para ver se realmente vale o investimento:

1 - Se for para aplicação somente em multicanal, seria um desperdício;

2 - É caixa com ótimo rendimento para ambiente pequeno;

3 - É  caixa para quem busca qualidade e não volume alto, pois não são muito resistentes a nada além da potência especificada;

4 - Seria muito bom estar em ambiente controlado, pois não possuem tela de proteção.

[QUOTE username=Redcruz userid=7351093 postid=1325117176]

3 - É  caixa para quem busca qualidade e não volume alto, pois não são muito resistentes a nada além da potência especificada;

4 - Seria muito bom estar em ambiente controlado, pois não possuem tela de proteção.[/QUOTE]

Essa característica “3” já é algo diferente na linha R, em minha opinião pelo menos.

Parece que quanto mais melhor…

Interessante a experiência de ouvir a R300 com CA 851A, Marantz SR7005 e agora com MF.

Já a “4”…

Gostaria de deixar minhas caixas sem tela também.

Mas sala de estar + local de passagem + curiosidade infantil somadas, não dão um resultado muito bom não.

Sobre as LS, nunca ouvi.

Mas acho que nunca li uma linha negativa sobre elas…

Tenho IMPRESSÃO de que para ambientes pequenos devem mesmo ser especiais.

Júlio César,eu tenho aqui um trio de Ls e uso a Q150 como sur.quando as 150 chegaram,deixei tocando no stéreo

váriao dias até pra ver se tava tudo ok.vendo o comentário dos colegas,retirei aqui as ls e pus as 150 no lugar 

novamente.fazendo um A&B,as Ls são melhores,não água e vinho,não é sequer bem melhor. e da 150 pra 550 são 2 degraus,eu recomendo vc ouvir.sem ouvi-las eu não recomedaria a troca,acho que vc pagaria pra trocar 6 por

meia dúzia.mas devo salientar que não tenho a catilogência dos colegas que opinaram,só tenho as referidas caixas

em loco.

[QUOTE username=Wilton userid=7347005 postid=1325124580]

Essa característica “3” já é algo diferente na linha R, em minha opinião pelo menos.

Parece que quanto mais melhor…

Interessante a experiência de ouvir a R300 com CA 851A, Marantz SR7005 e agora com MF.

Já a “4”…

Gostaria de deixar minhas caixas sem tela também.

Mas sala de estar + local de passagem + curiosidade infantil somadas, não dão um resultado muito bom não.

Sobre as LS, nunca ouvi.

Mas acho que nunca li uma linha negativa sobre elas…

Tenho IMPRESSÃO de que para ambientes pequenos devem mesmo ser especiais.[/QUOTE]

A LS50 é bem semelhante à R300, seguindo a mesma assinatura e também mesmo equilíbrio tonal, como se a LS50 fosse a R300 condensada em dimensões menores. Sendo que a R300 tem magnitude sonora para ambientes um pouco mais amplos, consegue fazer frente a torres pequenas. Em alguns casos chegam até a complicar um pouco quando o ambiente é pequeno.

Tivemos alguns exemplos de colegas do extinto Forum, que acabaram migrando para books com menos massa sonora, pois não conseguiram ajustar a magnitude sonora da R300 ao tamanho da sala.

[QUOTE username=Jaconias Ferreira dos Santos  Jacofsantos userid=7348084 postid=1325131720]Júlio César,eu tenho aqui um trio de Ls e uso a Q150 como sur.quando as 150 chegaram,deixei tocando no stéreo

váriao dias até pra ver se tava tudo ok.vendo o comentário dos colegas,retirei aqui as ls e pus as 150 no lugar 

novamente.fazendo um A&B,as Ls são melhores,não água e vinho,não é sequer bem melhor. e da 150 pra 550 são 2 degraus,eu recomendo vc ouvir.sem ouvi-las eu não recomedaria a troca,acho que vc pagaria pra trocar 6 por

meia dúzia.mas devo salientar que não tenho a catilogência dos colegas que opinaram,só tenho as referidas caixas

em loco.[/QUOTE]

Nada melhor do que a opinião de alguém que possui os modelos para comparar!! ?

E um de meus pontos de vista corroboram com o que mencionou. Para uma aplicação multicanal creio não valer o investimento na migração para a LS50.

Todavia, se houvesse aplicação em estéreo, digamos mais compromissado, com equipamentos dedicados, acho que a LS50 pudesse valer o upgrade.

Dentre outras características, por exemplo,  a LS tem uma facilidade de formar palco.

Lembrando sempre que são caixas para ambientes menores.

Pois é…

Digamos que uma book com 3 vias, um woofer de 6,5" e com o volume da R300, não exatamente uma caixa fácil.

Nem para empurrar, nem para posicionar.

Em relação a empurrar, por mais que ela “toque gostoso” com ampliação provida de menos corrente, pois o timbre dela (a mim) agrada demais, quando você coloca força atrás dela ela vira outra caixa.

Já sobre a questão das salas, sim, podem passar da conta facilmente dependendo da sala.

Aqui com meu “tratamento acústico natural” (audiofilos (??) caindo do sofá nesse momento…) ela toca bem.

Minha sala tem bastante material absorvedor. Cortinas, sofá, tapete etc e ao mesmo tempo tem bastante fulga para os graves.

Corredor completamente aberto, acesso para as escadas… Então não sobram graves de forma alguma.

Isso inclusive tem me feito refletir sobre talvez voltar para torres novamente…

A estudar.

[QUOTE username=Redcruz userid=7351093 postid=1325132068]

A LS50 é bem semelhante à R300, seguindo a mesma assinatura e também mesmo equilíbrio tonal, como se a LS50 fosse a R300 condensada em dimensões menores. Sendo que a R300 tem magnitude sonora para ambientes um pouco mais amplos, consegue fazer frente a torres pequenas. Em alguns casos chegam até a complicar um pouco quando o ambiente é pequeno.

Tivemos alguns exemplos de colegas do extinto Forum, que acabaram migrando para books com menos massa sonora, pois não conseguiram ajustar a magnitude sonora da R300 ao tamanho da sala.[/QUOTE]

[QUOTE username=Wilton userid=7347005 postid=1325133174]Pois é…

Digamos que uma book com 3 vias, um woofer de 6,5" e com o volume da R300, não exatamente uma caixa fácil.

Nem para empurrar, nem para posicionar.

Em relação a empurrar, por mais que ela “toque gostoso” com ampliação provida de menos corrente, pois o timbre dela (a mim) agrada demais, quando você coloca força atrás dela ela vira outra caixa.

Já sobre a questão das salas, sim, podem passar da conta facilmente dependendo da sala.

Aqui com meu “tratamento acústico natural” (audiofilos (??) caindo do sofá nesse momento…) ela toca bem.

Minha sala tem bastante material absorvedor. Cortinas, sofá, tapete etc e ao mesmo tempo tem bastante fulga para os graves.

Corredor completamente aberto, acesso para as escadas… Então não sobram graves de forma alguma.

Isso inclusive tem me feito refletir sobre talvez voltar para torres novamente…

A estudar.[/QUOTE]

Há uns 3 anos atrás estive inclinado a pegar um par de torres da linha R, muito provavelmente as R700, ou quem sabe as R500 mesmo, acho que ambas caberiam na minha sala, embora estivesse com algum receio dos graves da R700. Como diz o ditado: ‘‘Gato escaldado tem medo de água fria’’. Não sei se lembra do trauma que passei com a Silver 10…

E  pensar que antes tive em minhas mãos um par de R300 novinhas, autorizado pelo dono abrir a embalagem e testar as caixas!!! Como foi na ocasião em que meu DAC estava com defeito, provocando estouro nas caixas, fiquei com medo de botar pra tocar e acabar danificando as caixas.

Precisa refletir bem, Wilton, a linha ‘‘R’’ proporcionalmente tem mais graves que a linha Silver da MA. Torre como R700 certamente teriam volume de graves maior que a Silver 8, por exemplo. Quem sabe a torre menor R500 (que agora é R5).

Se minha sala fosse fechada, as 300 já sobrariam. Muito inclusive…

A questão é que os graves sobem as escadas para o andar de cima e meu quarto tem um “gravão” 😂.

E aí aquele monte de regras vão por água abaixo aqui em casa.

Se eu fosse considerar apenas a área da sala vs capacidade das caixas vs amplificador, aqui seria um exemplo perfeito de um set que passa da conta.

Se a sala fosse fechada

Como não é, sigo experimentando.

Sobre as torres da linha R, não são minha intenção.

Já cogitei R7, mas se seguir nessa direção devo experimentar algo novo.

Em todos esses anos de hobby, só repeti a marca de caixas uma vez. Quando tive rapidamente as BX2 e logo peguei as Silver 8.

Claro… Se o budget desse, não acharia mal experimentar uma Ref 1 😁, mas tenho outros planos.

[QUOTE username=Redcruz userid=7351093 postid=1325133966]

Há uns 3 anos atrás estive inclinado a pegar um par de torres da linha R, muito provavelmente as R700, ou quem sabe as R500 mesmo, acho que ambas caberiam na minha sala, embora estivesse com algum receio dos graves da R700. Como diz o ditado: ‘‘Gato escaldado tem medo de água fria’’. Não sei se lembra do trauma que passei com a Silver 10…

E  pensar que antes tive em minhas mãos um par de R300 novinhas, autorizado pelo dono abrir a embalagem e testar as caixas!!! Como foi na ocasião em que meu DAC estava com defeito, provocando estouro nas caixas, fiquei com medo de botar pra tocar e acabar danificando as caixas.

Precisa refletir bem, Wilton, a linha ‘‘R’’ proporcionalmente tem mais graves que a linha Silver da MA. Torre como R700 certamente teriam volume de graves maior que a Silver 8, por exemplo. Quem sabe a torre menor R500 (que agora é R5).[/QUOTE]

Boa noite! Na minha opinião, se as suas Q550 apresentam um bom desempenho no espaço que você as utiliza, acredito que a LS50 podem constituir um “up” para você, desde que sejam auxiliadas por um subwoofer, pois, apesar de nunca ter ouvido suas caixas (Q550), sei que são “pequenas” torres. Em relação à linha KEF, já tive as Q350 e atualmente estou com um par de LS50 e um de R300 aqui em casa, estas recentemente adquiridas, sendo que todas têm assinatura bem semelhante. Na minha sala, que tem cerca de 20m2, as LS50 tocaram maravilhosamente bem, mas auxiliadas por um subwoofer SVS PB-1000. Do contrário, não teriam pressão sonora para preencher o ambiente. Facilitou bastante o casamento entre as LS50 e o subwoofer o fato de o integrado (Parasound Halo 2.1) ter o recurso de saída para “sub” com controle de crossover, o que permite o corte de frequência com maior precisão. Acredito que seja possível obter resultado semelhante controlando o corte de frequência pelo próprio subwoofer, se ele tiver esse recurso, mas nunca testei. Pela minha experiência, acredito que ao substituir as Q550 pelas LS50 você ganharia em refinamento e detalhamento, principalmente nas médias e altas, mas perderia nas baixas frequências. Por isso, provavelmente, a necessidade do auxílio de um subwoofer, na minha opinião. Espero ter contribuído. Abço.

Tive as r300 que agora estão com Marcelo e tenho agora as r700. Pra minha sala de cerca de 28m2 o upgrade foi considerável. Apesar o grave da r300 serem muito bons e preencherem a maioria das salas, ele é um grave ds book. Um grave meio gordo,mesmo com boa amplificação. Já o grave das r700 é diferente, um grave mais rápido com mais punch. Tinha receio do upgrade das r300 pra r700 serem mais do mesmo mas não foi, pelo contrário. Deu um acerto na minha sala, e a troca do dac que também tinha uma característica de tempero nos graves por um dac mais aberto e com graves mais secos tornou o resultado final muito melhor. Se tiver espaço para Torres eu indicaria fortemente pra quem me perguntasse um up das r300 pras r700. 

Ouvi R700 na casa de um amigo algumas vezes, anos atrás.

Mais ou menos na época que ouvi também as R300.

São excelentes caixas em minha opinião.

Os graves eram mesmo ótimos, mas ainda acho os graves das 300 meio incomuns para books.

Mas como disse acima. Provavelmente volte para torres, mas deixe a marca, por enquanto pelo menos.

Muito obrigado aos amigos @edmararj @Redcruz @Wilton @Jacofsantos e @Marcello.Machado que deram suas opiniões ao meu questionamento. Por tudo que disseram, parece que as LS50 apresentam características muito mais alinhadas ao meu gosto e se adequam muito bem à minha sala. Acho que a situação atual torna um pouco impeditivo a importação das LS50 Meta, mas já vi as LS50 por aqui por preços mais atrativos. Resta-me buscar uma oportunidade de ouví-las antes de decidir definitivamente pela troca. De certa forma, tinha uma certa esperança que vocês me desencorajariam a fazer isso hahahaha 

Shakur,

Por acaso o DAC anterior era um 851D (ou 851N)??

[QUOTE username=Redcruz userid=7351093 postid=1325145088]

Shakur,

Por acaso o DAC anterior era um 851D (ou 851N)??[/QUOTE]

Nenhum dos dois. Meu dac anterior era um wyred4sound e agora migrei para um NAD M51

[QUOTE username=2pacshakur userid=7347757 postid=1325145302]

Nenhum dos dois. Meu dac anterior era um wyred4sound e agora migrei para um NAD M51[/QUOTE]

Certo.

Pelo que relatou sobre a característica dos graves, achei que poderia ser algum da linha 851 da Cambridge. Não sabia dessa característica do Wyred4Sound.

Estive para pegar o DAC-2 lá no antigo Forum. Demorei muito tentando saber sobre a sonoridade e o aparelho foi vendido.

[QUOTE username=Redcruz userid=7351093 postid=1325145416]

Certo.

Pelo que relatou sobre a característica dos graves, achei que poderia ser algum da linha 851 da Cambridge. Não sabia dessa característica do Wyred4Sound.

Estive para pegar o DAC-2 lá no antigo Forum. Demorei muito tentando saber sobre a sonoridade e o aparelho foi vendido.[/QUOTE]

O W4S é um dac bem musical com um leve tempero nos graves. Ele.tem um bom detalhamento também. E um Best buy, diria quw na faixa de preço o dac1 seria um dos melhores dacs e dificilmente não agradaria. 

Já o nad m51 já é um dac mais transparente e detalhado com graves mais secos porém mais velozes. O detalhamento desse dac é impressionante sendo mais detalhado até que o ayre qb9.

Turma, boa noite.

Como relatado anteriormente, saí de um integrado com controle tonal e fui para um sem - Musical Fidelity. 

Senti ganhos em vários aspectos - todos - em relação ao integrado anterior, mas os graves deram uma boa recuada. Ademais, mudei de sala o estéreo - para uma maior e sem nenhum tratamento - e as coisas não estão boas. De repente, perdi o controle do sistema e estou sem orientação.

Num exercício aqui, coloquei o sub do multicanal - Klipsch R10 - SW - e gostei da transformação. Trouxe o grave que precisava. Pesquisei bastante, cheguei em algumas marcas favoráveis, mas meu medo é com o tempo, notar problemas e daí ter mais um equipamento em casa, sem dizer do fato que, por mais que o grave seja omnidirecional, não sei se por predisposição, estava sentido mais graves vindo, justamente, do canto onde o sub estava (e não tem jeito… na sala em que o estéreo principal está, não tenho condições de dexar o sub entre as caixas).

Minha vontade, há tempos, é voltar para as torres. Já tive um par de B&W 703 e adorava. Estava pensando em testar uma torre pequena e mais antiga do que as R300 - um par de B&W 684 - devido ao tamanho, valor e simpatia com a marca.

Tratam-se de propostas distintas, lançamentos em anos bem diferentes (a R300 bem mais nova que as 684). Daí minha questão: consideram minha intenção muito maluca ou pode ser que me surpreenda positivamente?

Gostaria de ouvir aqueles que têm mais experiência do que eu.

Agradeço!!

Johnny,

Qual o tamanho da nova sala??

Disse que não tem tratamento, mas é totalmente vazia ou tem mobília, tapete, cortina e tudo mais??

Olá Red.

A sala é conjugada com outro ambiente… Onde fica o equipamento, em torno de 4,5 x 4,5 m. Se juntarmos tudo, em torno de 4,5 x 10 m. 

Mas o sweetspot, como anteriormente relatado, fica na 4,5 x 4,5 metros. Consigo um triângulo equilátero de três metros por cateto. Espaço amplo.

A sala conta com piso frio, duas poltronas, pequena mesa central e um grande rack de madeira e ferro. Minha casa tem um estilo industrial… tomadas externas, viga de aço exposta, uma grande porta de madeira (é a sala de entrada), sem cortinas e tapetes.

Com o integrado Marantz que uso no sistema secundário - com controles tonais - as R300 ficam da forma que desejo: imponentes, bem equilibradas. Com o MF, por ter uma assinatura, a meu ver, bem mais flat, senti um ganho grande nos médios e agudos - que nem sabia que elas reproduziam - mas os graves deram uma boa recuada. Mesmo.

Assim, não querendo gastar com mais nada de áudio por enquanto - preciso dar vazão a outras frentes na vida - pensei em ir para caixas torres pequenas. E essas B&W se encontram, de certa maneira, na mesma faixa de preço das R300. Mas são um projeto mais antigo e nunca as ouvi.

Acredito que uma caixa torre, caso funcione, me atenda melhor do que um subwoofer. A ideia que para mim parece a mais sensata, seria a troca de integrado, mas isso me conduziria a uma descapitalização que não desejo no momento.

Em tempo: acredito que muito dessa secura que sinto, venha da sinergia do sistema: MF M6si + R300 + Kimber 12TC.

Alguma luz? 

Johnny,

Embora não conheça a sonoridade da torre B&W 684, não acredito que ela resolva o problema.

Já tentou trazer o Marantz para esta sala?? Se não resolver, pelo menos dá par começar a ter uma ideia da situação.