Clube KEF

Pois é Red, o intuito do Marantz - japonês, modelo PM4001 - era ficar nessa sala, junto com um par de Pionners que estavam encostadas, para levar música para toda a casa.

No escritório, tenho utilizado um par de monitores ativos muito honestos (Edifier SK1000 II), que ligo meu CD player e streaming - música o dia todo e todo o dia.

Assim, estava ficando cada vez mais afastado do sistema principal, na sala “dedicada”. Daí, inverti as coisas para não subutilizar as KEFs e o MF: levei o Marantz para a sala dedicada para utilizá-lo no multicanal. Assim, apesar dele não ter uma entrada dedicada para HT vindo das pré outs do receiver, ele empurrar um par de books Revel Concerta M12 nas frontais e o receiver slim, também da Marantz, alimenta a central e as Pioneers, que agora, estão de surround. O multicanal está redondinho… Não preciso de mais.

Trouxe o MF e as KEF para a sala, mas para meu gosto, falta punch. Pensei que um par de torres podia me ajudar em algo, mas por seu relato - direto e objetivo - me sugere que é preferível rever todo o meu planejamento. Quiçá, até me desfazer desse conjunto e simplificar tudo, de vez.

Difícil… obrigado pelas palavras.

Só um adendo: estou ouvindo música na referida sala agora. Os graves estão presentes, mas não da forma que me agrada - nada de boomy.  

Queria, apenas, algo um pouco mais presente. Mas a certeza é que com mais espaço, o conjunto ganha muito mais qualidade - refiro-me a transferência da sala dedicada para a atual. As Kefs mostram sua capacidade/competência e o integrado sua robustez e equilíbrio. Mas a falta de qualquer mísero tratamento, mata a sonoridade  do conjunto.

p.s.: meu relato pode soar confuso. Alguém pode perguntar: então por que não volta para a dedicada? Pois lá,  com espaço menor, sinto sim uma maior recuada nos graves e aqui, no ambiente maior, as coisas ganham arejamento, definição, recorte. O palco ganha dimensão, tudo fica mais inteligível. Mas falta o punch do grave.

[QUOTE username=JohnnydoCD userid=7347376 postid=1325287512]Pois é Red, o intuito do Marantz - japonês, modelo PM4001 - era ficar nessa sala, junto com um par de Pionners que estavam encostadas, para levar música para toda a casa.

No escritório, tenho utilizado um par de monitores ativos muito honestos (Edifier SK1000 II), que ligo meu CD player e streaming - música o dia todo e todo o dia.

Assim, estava ficando cada vez mais afastado do sistema principal, na sala “dedicada”. Daí, inverti as coisas para não subutilizar as KEFs e o MF: levei o Marantz para a sala dedicada para utilizá-lo no multicanal. Assim, apesar dele não ter uma entrada dedicada para HT vindo das pré outs do receiver, ele empurrar um par de books Revel Concerta M12 nas frontais e o receiver slim, também da Marantz, alimenta a central e as Pioneers, que agora, estão de surround. O multicanal está redondinho… Não preciso de mais.

Trouxe o MF e as KEF para a sala, mas para meu gosto, falta punch. Pensei que um par de torres podia me ajudar em algo, mas por seu relato - direto e objetivo - me sugere que é preferível rever todo o meu planejamento. Quiçá, até me desfazer desse conjunto e simplificar tudo, de vez.

Difícil… obrigado pelas palavras.[/QUOTE]

Veja,

As torres podem até ajudar, mas não acho que resolvam. Isso porque conheço as R300 e sei que apesar de books são caixas generosas nos graves, comparáveis a torre pequena. E aí o risco de trocar pela 684 e não resolver, é grande.

O M6Si também é um integrado de muita capacidade, que não obstante sua assinatura, não consigo vê-lo como parte do problema.

A sugestão de levar o Marantz para a sala onde atualmente estão as R300, é para ver como se comportaria o som, uma forma de ir eliminando as variáveis. Mas seria só o Marantz e não desfazer todo planejamento.

Mudou o ambiente, a arquitetura, dimensão, acústica e tal, é natural que a performance dos equipamentos mude radicalmente.

Pra te dar exemplo, conheço colega que só de tirar o condicionador de energia do sistema, desandou tudo, perdeu todo ajuste. Imagina mudar de ambiente!!

Aqui na minha salinha, dependendo do posicionamento, as R300 podem soar boomy, mais equilibradas ou até mesmo um pouco anêmicas. Presenciei esses três cenários colocando as caixas em posições bastante diferentes, algumas dessas que só serviram para teste mesmo, pois ficariam impraticáveis no uso diário.

Nessa posição em que a caixa soava meio anêmica, no sweet spot, os graves ficaram bem reduzidos, mas no corredor que acesso pela porta dessa sala o grave estava bem forte. Acústica é um negócio complicado. O jeito é testar várias posições.

@JohnnydoCD,

Siga a dica do @zemieck.

Além de experimentar novos posicionamentos das caixas, você também pode experimentar novos posicionamentos de audição. Há uma sensível alteração dos sons graves mexendo nesse posicionamentos.

Edmar

@JohnnydoCD , fiquei pensando aqui em como poderia tentar ajudar.

Meu sistema tem similaridades com o seu.

Tenho R300 com M6Si e minha sala tem aproximadamente 4x4.

Utilizo outros cabos de caixa. Aqui são os Tellurium Q Ultra Blue.

Já ouvi Kimber, mas não no meu sistema.

A grande questão aqui sobre a sala, é que como já citei no tópico ela é muito aberta.

Como é uma sala de estar que dá acesso para a cozinha de um lado e para as escadas do outro, os graves vão embora de certa maneira.

O que tem me feito cogitar torres.

Sobre algumas características que você citou, uma importante é o uso do controle tonal.

Veja… Independente de quaisquer discussões sobre usar controles equalizador e afins, fato é que você está colocando ou “turbinando” graves onde não existe, ou onde não apareceriam com tanta ênfase sem esse ganho.

O M6Si tem capacidade muito, mas MUITO além das R300.

Somada a capacidade/corrente, sim ele tem assinatura flat e é extremamente transparente.

E aí nesse caso, em MINHA OPINIÃO ele está te entregando o que está nas gravações de maneira clara.

Se têm bons graves, eles aparecem.

Caso contrário, entrega o que está lá.

Então penso que além da questão da sua mudança de sala, cabe alguma reflexão sobre o sistema em si.

Boa sorte por aí.

Bom vou falar novamente da minha experiência recente, onde fiz o upgrade das r300 pras r700. Minha sala é maior, cerca de 28 metros e não é dedicada. Dá acesso também a cozinha e aos quartos onde muitos graves saem. Sempre fui muito feliz com as r300 e estava quase pegando um par de dynaudio 25 anos, porém acabei optando por uma torre na minha sala e não me arrependo. As r300 são caixas fantásticas que tem belos graves e acho que numa sala nesse tamanho elas são bem recomendadas, mas se você for meio cabeça dura como eu e quiser pagar pra ver, tente colocar uma torre aí e ver no que dá. Foi o que eu fiz e agora dificilmente volto pra books. Agora em relação as caixas citadas, se for pra trocar as kef pelas b&w 684 não sei se valeria. A um tempo atrás vi um par de 704 a venda por um preço bom.0

[QUOTE username=Wilton userid=7347005 postid=1325305543]@JohnnydoCD , fiquei pensando aqui em como poderia tentar ajudar.

Meu sistema tem similaridades com o seu.

Tenho R300 com M6Si e minha sala tem aproximadamente 4x4.

Utilizo outros cabos de caixa. Aqui são os Tellurium Q Ultra Blue.

Já ouvi Kimber, mas não no meu sistema.

A grande questão aqui sobre a sala, é que como já citei no tópico ela é muito aberta.

Como é uma sala de estar que dá acesso para a cozinha de um lado e para as escadas do outro, os graves vão embora de certa maneira.

O que tem me feito cogitar torres.

Sobre algumas características que você citou, uma importante é o uso do controle tonal.

Veja… Independente de quaisquer discussões sobre usar controles equalizador e afins, fato é que você está colocando ou “turbinando” graves onde não existe, ou onde não apareceriam com tanta ênfase sem esse ganho.

O M6Si tem capacidade muito, mas MUITO além das R300.

Somada a capacidade/corrente, sim ele tem assinatura flat e é extremamente transparente.

E aí nesse caso, em MINHA OPINIÃO ele está te entregando o que está nas gravações de maneira clara.

Se têm bons graves, eles aparecem.

Caso contrário, entrega o que está lá.

Então penso que além da questão da sua mudança de sala, cabe alguma reflexão sobre o sistema em si.

Boa sorte por aí.[/QUOTE]

Wilton,

Isso me faz lembrar muito o que ocorreu com nosso amigo Maluko. Ele tinha um par de R700 em um quarto pequeno e estava satisfeito com os graves bombando naquele ambiente. Quando mudou para uma sala de 35m2, inicialmente ficou extremamente decepcionado com a performance do sistema, depois acho que conseguiu acertar tudo com algumas modificações na sala.

[QUOTE username=Redcruz userid=7351093 postid=1325305855]

Wilton,

Isso me faz lembrar muito o que ocorreu com nosso amigo Maluko. Ele tinha um par de R700 em um quarto pequeno e estava satisfeito com os graves bombando naquele ambiente. Quando mudou para uma sala de 35m2, inicialmente ficou extremamente decepcionado com a performance do sistema, depois acho que conseguiu acertar tudo com algumas modificações na sala.[/QUOTE]

As R700 na sala dele foram das audições que mais gostei até hoje.

Mesmo depois ele tendo sistemas muito mais refinados.

E aí também entra aquela questão de sistema para testes e sistema para ouvir música…

Mas essa é outra discussão ?

Pois é…

A maior parte das minhas caixas foram torres, mesmo em ambiente menor do que o atual.

A experiência com as R300 está sendo muito mais positiva do que com as as Silver 8, que são torres de 3 vias, com dois woofers…

As Silver são excelentes caixas. Mais alinhadas com meu gosto, do que as Klipsch que as antecederam.

Mas a R trouxe uma clareza, resolução e formação de palco que nunca tive no sistema.

Mas no final das contas, indo contra as “regras sagradas”, torres PODEM ser caixas mais fáceis de utilizar.

Principalmente se sua sala for de uso misto e cheia de outros artefatos.

Pode parecer contraditório, mas numa sala irregular como a minha, tirar tudo de qualquer caixa não é tarefa fácil.

Ainda mais de books, que são fisicamente limitadas.

Logo, uma caixa que entregue “mais de tudo” pode ser a solução.

Projetos…

[QUOTE username=Wilton userid=7347005 postid=1325308498]

Pois é…

A maior parte das minhas caixas foram torres, mesmo em ambiente menor do que o atual.

A experiência com as R300 está sendo muito mais positiva do que com as as Silver 8, são torres de 3 vias, com dois woofers…

As Silver são excelentes caixas. Mais alinhadas com meu gosto, do que as Klipsch que as antecederam.

Mas a R trouxe uma clareza, resolução e formação de palco que nunca tive no sistema.

Mas no final das contas, indo contra as “regras sagradas”, torres PODEM ser caixas mais fáceis de utilizar.

Principalmente se sua sala for de uso misto e cheia de outros artefatos.

Pode parecer contraditório, mas numa sala irregular como a minha, tirar tudo de qualquer caixa não é tarefa fácil.

Ainda mais de books, que são fisicamente limitadas.

Logo, uma caixa que entregue “mais de tudo” pode ser a solução.

Projetos…[/QUOTE]

Esse negocio de Torres em lugares pequenos depende muito da sala também. Acredito que existam coisas que precisem ser levadas em consideração como a distância das paredes. Aqui as r700 estão a mais de 1 metro da parede do fundo, isso torna os graves muito melhores. Agora o que estou ajustando é a questão do palco, com as r300 foi mais fácil acertar, com as r700 está um pouco mais chato mas fiz duas grandes trocas no sistema, as caixas e o dac. Ainda estou mudando e fazendo testes na fonte. Tudo isso leva tempo no acerto. Mas uma coisa sei, este é o melhor sistema que já tive na minha casa. Totalmente equilibrado, toca todos os estilos muito bem, com muito punch nas baixas e uma transparência nas altas muito boa. Diria que upgrade pra mim de caixas hoje seria algo muito difícil, sem gastar uma grana absurda. Nesse momento estou olhando para cabos. 

[QUOTE username=Wilton userid=7347005 postid=1325308498]

Pois é…

A maior parte das minhas caixas foram torres, mesmo em ambiente menor do que o atual.

A experiência com as R300 está sendo muito mais positiva do que com as as Silver 8, que são torres de 3 vias, com dois woofers…

As Silver são excelentes caixas. Mais alinhadas com meu gosto, do que as Klipsch que as antecederam.

Mas a R trouxe uma clareza, resolução e formação de palco que nunca tive no sistema.

Mas no final das contas, indo contra as “regras sagradas”, torres PODEM ser caixas mais fáceis de utilizar.

Principalmente se sua sala for de uso misto e cheia de outros artefatos.

Pode parecer contraditório, mas numa sala irregular como a minha, tirar tudo de qualquer caixa não é tarefa fácil.

Ainda mais de books, que são fisicamente limitadas.

Logo, uma caixa que entregue “mais de tudo” pode ser a solução.

Projetos…[/QUOTE]

Agradeço as palavras e contribuições de todos.

Muitos pontos levantados, não sei se conseguirei abordar todos, mas vamos lá. 

Como sempre enfatizei, o Musical Fidelity trouxe ganhos em todos os aspectos. E com a assinatura dele, concordo sim @Wilton, que as características/defeitos das gravações ficam mais muito evidentes. 

Também concordo que as mudanças no posicionamento trazem sonoridades diferentes. Tentei algumas, mas no novo ambiente, para mim, no meu gosto, preciso de  um grave a mais.

O ambiente aqui é grande, desigual e sem tratamento. A minha ideia nessa “aventura” é, justamente,  neste último ponto levantado pelo @Wilton: as torres que comentei, acredito que elas podem entregar esse “mais de tudo” comentado. Quando utilizei a marca, usava um pré sem controles tonais e as caixas me ofereciam o punch a que me refiro. Tudo bem que eram da série 7, mas acredito, pelas minhas experiências com B&W, que a assinatura da marca, por ser bem diferente das KEF, possa me oferecer aquilo que procuro.

Ademais, não quero gastar dinheiro com esse teste. A série 7, como o @2pacshakur disse, são ótimas caixas, mas para mim tem 2 defeitos: estão muito caras e possuem um defeito crítico de ressecamento da borracha do tweeter que a B&W não produz mais. Confesso que esses defeitos, quando ocorrem em minhas caixas, incomodam demais. Prefiro não correr o risco.

Acho que vou conseguir experimentar as B&W que comentei daqui uns dias. Se der certo, dou retorno. 

Bom domingo a todos.

[QUOTE username=JohnnydoCD userid=7347376 postid=1325309502]

Agradeço as palavras e contribuições de todos.

Muitos pontos levantados, não sei se conseguirei abordar todos, mas vamos lá. 

Como sempre enfatizei, o Musical Fidelity trouxe ganhos em todos os aspectos. E com a assinatura dele, concordo sim @Wilton, que as características/defeitos das gravações ficam mais muito evidentes. 

Também concordo que as mudanças no posicionamento trazem sonoridades diferentes. Tentei algumas, mas no novo ambiente, para mim, no meu gosto, preciso de  um grave a mais.

O ambiente aqui é grande, desigual e sem tratamento. A minha ideia nessa “aventura” é, justamente,  neste último ponto levantado pelo @Wilton: as torres que comentei, acredito que elas podem entregar esse “mais de tudo” comentado. Quando utilizei a marca, usava um pré sem controles tonais e as caixas me ofereciam o punch a que me refiro. Tudo bem que eram da série 7, mas acredito, pelas minhas experiências com B&W, que a assinatura da marca, por ser bem diferente das KEF, possa me oferecer aquilo que procuro.

Ademais, não quero gastar dinheiro com esse teste. A série 7, como o @2pacshakur disse, são ótimas caixas, mas para mim tem 2 defeitos: estão muito caras e possuem um defeito crítico de ressecamento da borracha do tweeter que a B&W não produz mais. Confesso que esses defeitos, quando ocorrem em minhas caixas, incomodam demais. Prefiro não correr o risco.

Acho que vou conseguir experimentar as B&W que comentei daqui uns dias. Se der certo, dou retorno. 

Bom domingo a todos.[/QUOTE]

Sim esse problema da b&w realmente é o que atrapalha. E as caixas da série 8 são muito caras. Eu particularmente não gosto da assinatura da b&w, mas ai e gosto. Enfim se tiver como testar vai ser interessante. Boa sorte meu amigo e depois posta aqui o que achou delas na sua sala. Infelizmente o fórum está carecendo do principal que é essas trocas de ideias e testes.

[QUOTE username=2pacshakur userid=7347757 postid=1325310105]

Sim esse problema da b&w realmente é o que atrapalha. E as caixas da série 8 são muito caras. Eu particularmente não gosto da assinatura da b&w, mas ai e gosto. Enfim se tiver como testar vai ser interessante. Boa sorte meu amigo e depois posta aqui o que achou delas na sua sala. Infelizmente o fórum está carecendo do principal que é essas trocas de ideias e testes.[/QUOTE]

Valeu, Fábio. 

Realmente estamos sem muitos depoimentos neste novo espaço, uma pena.  A rasteira que todos nós tomamos foi, além de dolorosa, desanimadora. 

Se der certo a experiência - no sentido dela ocorrer - aviso sim.

Estou confiante. Apesar de ser uma caixa de entrada da marca, acho que as coisas podem dar uma melhorada. Um dia vou para a série 8. Por ora, estou mais ligado a curtir uma boa música, num sistema que me agrade, do que ficar procurando pêlo em ovo.

Ótima semana a todos!

@2pacshakur e @Wilton

O fato das suas salas terem comunicação com a cozinha e outros ambientes não causam a fuga dos graves. Os graves que as caixas reproduzem são os mesmos e estão aí. O que acontece é que na reprodução dos graves as dimensões físicas da sala são da mesma ordem de grandeza do comprimento de onda dos graves. Numa sala fechada há a formação de ondas estacionárias que reforçam os graves em frequências mais altas, e assim mais audíveis em determinadas posições da sala. Quando a sala tem comunicação com outros ambientes essas estacionárias são outras e possuem comprimentos de ondas maiores (frequências mais baixas, menos audíveis e mais sentidas) proporcionais as novas dimensões.

Experimente caminhar pela sala quando estiver reproduzindo música com sons bem graves, vocês perceberão que em alguns pontos da sala perceberam mais graves do que em outros pontos. Por isso que o posicionamento das caixas e/ou do ouvinte é crítico para o desempenho dos graves.

Por outro lado, se uma caixa não reproduz sons graves mais baixos, por exemplo abaixo de 40Hz, não adianta procurá-los não sala porque não estarão lá.

Edmar

[QUOTE username=2pacshakur userid=7347757 postid=1325310105]

 Infelizmente o fórum está carecendo do principal que é essas trocas de ideias e testes.[/QUOTE]

Eu acho que isso acabou sendo (infelizmente) um fenômeno natural.

Grande parte dos usuários do falecido HTF estavam lá há muitos anos e “todos” os assuntos acabaram sendo discutidos extensivamente.

Eu mesmo já estava lá há 17 anos… É muito tempo.

Mas sem qualquer dúvida: Essa troca de ideias é sempre bacana, pois sempre, SEMPRE temos algo para aprender.

A HTClick já está vendendo a KEF LS50 Meta.

Edmar

A evolução do áudio:

evolução do áudio.jpg 

Batman, em relação ao seu post lá no clube Dynaudio, para alguns ambientes e combinações de equipamentos, pode até ser que a dupla R300 + 851A soe “fria”, mas não é meu caso aqui. No meu ambiente, com o DAC ECD-1, tenho um som bastante agradável, com graves firmes e suficientes, médios bem destacados, as vozes são um show à parte, e agudos detalhados e agradáveis. Às vezes acho que podia haver um pouco mais de energia nos agudos, e quando subo o volume um pouco mais os médios começam a incomodar, mas isso tudo são detalhes, nada muito sério. Considerando que tenho um ambiente nada ideal para ouvir música o resultado está até mais do que bom.

Obrigado pelas dicas. Estão devidamente anotadas. Vou pesquisar sobre elas.

Com base no seu comentário vou descrever. Todos os equipamentos da eletro tem uma sonoridade muito específica que deixa tudo muito gostoso de se ouvir. São excelentes. Mas isso remete ao casamento do sistema. No meu caso o meu sv238mk tem uma sonoridade bem semelhante porém com bastante pegada nas baixas que as vezes faz falta em algumas linhas da vincent. Por isso que digo que casamento sempre é mais importante. Acho que você está com bom sistema, não precisa entrar na loucura pra fazer upgrade e pode ouvir outras caixas. Recentemente um usuário aqui fez um sidegrade das R300 para as Gold 200 e ficou feliz da vida. Então sim é importante ouvir outras sonoridades. Se puder, ouça as dyn antigas. Acho que você vai gostar.