Excelente sugestão Wandique. Gosto muito das leituras dele também.
Sei que as 4 Estações de Vivaldi tem um grande número de interpretações. Gostaria de sugerir o cd abaixo onde contem algumas e outras peças muito interessantes.
Excelente sugestão Wandique. Gosto muito das leituras dele também.
Sei que as 4 Estações de Vivaldi tem um grande número de interpretações. Gostaria de sugerir o cd abaixo onde contem algumas e outras peças muito interessantes.
Dsampa,
Gostei da ênfase dada ao violino, afinal é um concerto para violino …
Me pareceu que essa ênfase foi dada tanto na gravação quanto na mixagem do disco,
é algo bem diferente mas gostei do resultado. A música, até a Renascença tinha poucas ou nenhuma indicação na partitura como as posteriores, do período clássico em diante e, desta forma a interpretação e até a escolha dos instrumentos tem mais, digamos assim, liberdade. Isso faz com que existam centenas de interpretações muito distintas e algumas até surpreendentes. Eu gosto muito de Vivaldi e tenho “coisarada” dele, bem como do Bach, especialmente os Concertos de Brandenburgo que também “sofrem” essas diversas interpretações. Isso me faz comparar a música com um pôr de sol, são todos magníficos, todos diferentes um do outro mas todos iguais por serem por de sóis. Tenho um encanto especial por versões dos Brandenburgos com instrumentos de época:
A Sétima é uma coisa espetacular, fora da curva.
Tive o privilégio de ver 2x esse ano, e em uma delas com a Orchestre des Champs Elysee, com o maestro Philippe Herreweghe, que na minha opinião foi a melhor execução que já ouvi, tanto ao vivo quanto em gravações.
O Irineu Franco Perpétuo postou um texto sobre a apresentação: CONCERTO | Os encantos de Philippe Herreweghe e seus elísios
Nas gravações, A Sétima do Carlos Kleiber pra mim ainda é insuperável.
LP de música clássica pra mim é perda de dinheiro, pra ter um tocando bem precisa estar muito novo, prensagem boa etc., senão os ruídos arruinam a audição. Gosto muito dos CDs, tem uma loja no ML que chama Allegro que tem muita coisa boa a preços ok, pq a loja Clássicos aqui de SP, cobra um Rim por um CD.
Duas coisas: música ao vivo é insuperável, gravações são cópias.
Realmente, música clássica fica melhor em CD/SACD devido aos ruídos dos LPS
que nem sempre temos cópias boas. Mas o meu fornecedor aqui em CWB
faz preços bons, esse BErber que postei acima, me custou somente 40 reais.
Jordi Savall tem um trabalho maravilhoso na pesquisa e execução da música erudita, incluindo a utilização de instrumentos com as características da época em que foram compostas.
Pra quem gostaria de saber o trabalho de cada instrumentista numa orquestra veja o vídeo. Não precisa saber ler a partitura, embora fosse muito mais proveitoso, mas dá uma ideia do trabalho que tem por trás dessas obras maravilhosas. segue o link de uma música bem conhecida e fácil de acompanhar. Boa diversão.
Isso me lembra os tempos da escola de música, na cadeira de análise estudávamos com partituras miniatura, ainda tenho a das “Quatro estações” e a do concerto para piano em sol do Ravel …
Johm Adams, na minha opinião, é o compositor americano contemporâneo
mais “interessante” … Gosto muito de suas composições.
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Você ativou minha memória. Tinha esquecido completamente dele. Comecei a escutar John Adams por causa da Marin Alsop. Gosto muito do trabalho desta maestrina e por conta disso acabei ouvindo John Adams. Memória ativada. Vou procurar mais sobre ele.
Não sei se você gosta de opera mas a “Nixon in China” do Adams é, no mínimo, curiosa, dado o assunto tratado. Esta montagem, disponível no Youtube, está muito boa.
Dica de gravadoras de CD que fazem CDs com um som MUITO bom: Pentatone e Alpha Classics.
Experimentem.
inclusive nesse dia que vi a sétima, também vi a inacabada de Schubert e fiz um top 5 sinfonias que mais gosto:
1-Sétima - Beethoven
2-Oitava ‘Inacabada’ - Schubert
3-Terceira - Brahms
4-Quarta - Tchaikovsky
5-Nona ‘Novo Mundo’ - Dvorak
Eu gosto muito também das sinfonias do Sibelius e do Shostakovich. Já o Mahler me parece que, dada à grandiloquência de suas obras ele acabou tropeçando no seu próprio discurso, talvez isso tenha feito os outros compositores repensarem a forma sinfônica mas, particularmente, Mahler ainda para mim é um desafio.
Idem. Com exceção da primeira “Titã”, as outras tenho dificuldade de ouvir.
Já assisti a várias, mas é isso que falou, tudo muito grande, muito instrumento, passagens complexas, é complicado kkkkk
O que vou dozer é heresia mas. na realidade. acho Mahler muito pretensioso, muito chato mesmo.